terça-feira, 13 de setembro de 2011

A PEÇA “TEMPO” EM CARTAZ NA CAPITAL PARAIBANA ABORDA DOIS IDOSOS EM BUSCA DE RESPOSTAS



A Peça “Tempo” em cartaz na capital paraibana aborda duas vidas em busca de respostas que possam lhe dar esperança de continuar procurando, sentido, as suas existências.

“Tempo” com os atores Robert Sodré e Luciana Oliveira, segue temporada todo mês de setembro, de sábado a domingo, sempre ás 20h, no Teatro Ednaldo do Egypto, localizado na Avenida Maria Rosa, 284, Praia de Manaíra, realização de Alblack Produções.

Elogiado pela critica de alguns festivais que participaram, o responsável pela direção, o ator Robert Sodré, em cena, explora a relação do ser com seu ‘tempo’; o tempo da vida, do nascimento, da morte; o tempo de uma realidade atual, partindo do universo daqueles que viveram tempo suficiente para questionar, avaliar e refletir sobre os truques cósmicos do tempo de Ser Humano; os idosos.

Serviço:

Espetáculo “Tempo”

Elenco:

Ele: Robert Sodré

Ela: Luciana Oliveira

Realização: Alblack Produções

Fotografia: Tempo’s Grupo de Teatro

Local: Centro de Arte e Cultura Municipal Teatro Ednaldo do Egypto

Endereço: Avenida Maria Rosa, 284, Praia de Manaíra,

Informações: (83) 3214-8021

Ingressos: R$ 20,00 (inteira)

R$ 10,00 (estudante)

Classificação: 12 anos

Duração: 60 minutos

Ficha Técnica:

Encenação/Direção/Dramaturgia In Process: Robert Sodré

Cenografia e figurino: Tempo’s Grupo de Teatro

Caracterização: Ailton Gomes

Execução: Luciana Oliveira

Iluminação: Rafael Sanzio/ tempo’s grupo de teatro

Execução: Safael Sanzio, Ator, iluminador, cineasta e roteirista.

Músicos: Pedro Jady – (Músico/Sanfoneiro)

Efeitos Especiais: Miguel dos Santos, Ator, Músico e poeta

Seleção de Trilha: Grupo Tempo’s

“De volta a minha terra” Homenagem

Compositor/Interprete: Severino Feitosa.

“Serenata do Adeus”

“Poema dos Olhos da Amada”

“Bom dia tristeza”

“Loura ou Morena”

Álbum: Música Popular Brasileira- Vinicius de Moraes

Sinopse:

O espetáculo “Tempo” teve início no dia 30 de outubro de 2008, com a direção de Robert Sodré que, depois de beber da fonte de renomados teatrólogos de João Pessoa, se propõe a dirigir e encenar o segundo espetáculo do Tempo’s Grupo de Teatro com um trabalho de pesquisa junto às casas de apoio Lar da Providencia e no nosso Lar na capital. Durante esse trabalho, focalizando a pesquisa na mimese corpórea, foi verificado que a vivência com os residentes foi cada vez mais constante voltado para um local alternativo, fora do teatro, o grupo questionou sobre as convenções do teatro moderno de muitas vezes limitar-se a caixa preta, com a preocupação de abordar um problema social e a terceira idade como foco central de debate. Em agosto de 2009, o grupo participou do Festival de Artes do Macapá-AP, representando a Paraíba,/PB, (evento vinculado ao SESC que deu novas perspectivas ao grupo). O Festival fortaleceu o núcleo de estudo do espetáculo acrescentando elementos cruciais, consolidando sua sede na associação de moradores de Mangabeira – PROSIND, aonde desde Janeiro de 2010, vem realizando oficinas gratuitas à comunidade, debates e ensaios abertos uma vez por mês para a comunidade. Essa, que, cada vez mais vem solidificando sua identidade cultural juntamente com a intervenção direta da Atriz Luciana Oliveira, através de métodos qualitativos e quantitativos do teatro de laboratório. Também tem se destacado com suas performances os participantes: Pedro Jady (músico), Rafael Sanzio e Miguel Dos Santos (técnica de montagem).

Em setembro de 2010 o grupo participou do FESTATY - Festival de Teatro do Município de Santa Rita, onde teve a oportunidade de concorrer com mais de 25 grupos de teatro, conquistando oito prêmios nas indicações de Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Trilha Sonora, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Direção, Melhor ator e Melhor Atriz. O grupo também participou de indicação na categoria de melhor maquiagem, sendo julgado por Ivonaldo Rodrigues (Professor, Diretor, Dramaturgo e Ator) como um espetáculo completo em seus detalhes e definições de cena.

Sobre o Espetáculo

Quando parar para avaliar nosso tempo? Como avaliar o que fazer com o tempo? Quem pode falar sobre o tempo? Como lidar com tempo? Seu tempo lhe pertence? Você faz dele o que quiser?

O tempo... Tempo... Será que o tempo existe ou só existe o agora? O tempo é esse o real?

Duas vidas em busca de respostas que possam lhe dar esperança de continuar procurando, sentido, a suas existências. No auge da maturidade: ELE e ELA se vêem isolados do mundo revisitando sua “condição humana”. Em uma tragicomédia cotidiana, é encenado um drama cheio de boas risadas, trazendo a tona uma preocupação universal, a solidão interior.

Inquietudes, enigmas de Ser Humano. Fraquezas, virtudes, limites, segredos, desejos e carências estão sutilmente asilados trazendo a tona discussões atuais de uma sociedade sem tempo.

Ter tempo, para o tempo me ter como pessoa que sou para passar pelo tempo sem que haja perca de tempo pelo tempo não vivido como merecido.

Você tem tempo pra mim?

Tempo pra você?

“Se você tivesse que viver sua vida outra vez, o que faria de maneira diferente”? ?

Apresentação

O espetáculo “Tempo”, encenado pelos atores Robert Sodré e Luciana Oliveira, pretende explorar nesta montagem, a partir de laboratórios vivenciais, a relação do ser com seu ‘tempo’; o tempo da vida, do nascimento, da morte; o tempo de uma realidade atual, partindo do universo daqueles que viveram tempo suficiente para questionar, avaliar e refletir sobre os truques cósmicos do tempo de Ser Humano; os idosos.

O espetáculo tem como base a Dramaturgia in Process e a adaptação dos textos “O Viagra” de Luís Fernando Veríssimo e fragmento do texto “Eu Sei Que Vou Te Amar” de Arnaldo Jabor, bem como outros textos coletados no processo de montagem, de autoria dos próprios atores.

O Tempo’s Grupo de Teatro existe desde 01/06/2008 com a estréia do espetáculo “Está Escrito” de direção de Elias de Lima e interpretação de Robert Sodré, que consolidou o espetáculo no festival de artes do Macapá-AP, onde teve criticas positivas do júri local.

Concepção Cênica

Socializando-se em um lugar alternativo não estamos sós dando uma estética e concepção diferente ao espetáculo “TEMPO”, mas, também, fazendo surgir uma reflexão condizente com a realidade, onde é preciso perceber que há encantamento em todo o processo da vida. Dessa maneira, entendendo-se que o estado da terceira idade é uma etapa. E como cada etapa é uma fase e cada fase um momento, fazer fluir o sentimento que aflora nessa idade é deixar tal encantamento no ar para que possa se dá o valor de cada momento vivido. Logo, o público que irá ao recinto para apreciação do espetáculo, perceberá a essência que o momento estará proporcionando-lhes.

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