sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

BAILE DA SAUDADE COM A ORQUESTRA MISTURA FINA


Será neste sábado, dia 11 de fevereiro, o "Baile da Saudade com a Orquestra Mistura Fina", a partir das 21h30, na Boate da Caixa, no Altiplano, em João Pessoa/PB. Informações e Mesas pelos telefones  (83) 3226-3105 (APCEF - Lilian). 

A noite será dedicada à tradicional Festa de Carnaval com muito Frevo, Samba e Marchinhas, e promete ser também, uma volta ao passado esperando marcar novamente nos corações dos foliões uma tradição que espera todos os anos, ser renovada. Será um evento de reviver e celebrar esses grandes Carnavais de João Pessoa com a melhor e mais tradicional Orquestra da cidade, a Mistura Fina!

Sobre a Orquestra Mistura Fina:

São 25 anos de atuação no mercado de entretenimento, com 21 músicos no palco e uma estrutura que ainda faz dela hoje, uma das mais modernas da cidade. Participando sempre de casamentos e formaturas, aos poucos a Orquestra Mistura Fina foi conquistando o público e o seu espaço.

Para João Vianney, responsável pelo grupo, a escolha do nome ajudou e muito. Ele conta que “o nome agradou e carrega consigo a essência da orquestra, que é a mistura de estilos”, diz. Por sinal, esse mix é feito de forma agradável aos ouvidos, devido ao profissionalismo dos participantes, músicos formados pela Universidade Federal, também, oriundos da Orquestra Sinfônica da Paraíba. "Qualquer estilo musical que for requisitado é executado com notas harmoniosas devido ao alto padrão de qualidade da Orquestra Mistura Fina", finaliza Vianey.

Hoje, a Orquestra Mistura Fina investe bastante em sonorização, iluminação e principalmente na aparência. “Temos nove tipos de traje para combinar na decoração e estilo do evento, desde trajes de gala às roupas tropicais”, explica Vianney. Uma característica da orquestra é o tempo de permanência dos integrantes“Somos uma família, nós temos músicos desde o início da formação, é difícil haver substituições”, conclui Vianney.

Bailes de Carnaval:

O Carnaval pode ser considerado uma das festas mais antigas do mundo. Surgindo na Antiguidade, atravessando a Idade Média e chegando ao continente americano, ele se tornou uma das formas de manifestação cultural mais características do Brasil, cercado de histórias, de mitos, de alegorias e de símbolos que resistiram ao tempo ou se adaptaram às mudanças impostas pela sociedade, em vários sentidos.

Os Bailes de Máscaras, também chamados de "Bailes à Fantasia ou Bals Masqués" foram os eventos precursores do carnaval moderno no Brasil.

Na primeira metade do século XIX, os bailes marcaram a adesão da nova burguesia capitalista à folia e a incorporação ao carnaval brasileiro do luxo e sofisticação característicos das festas de Paris. Os primeiros bailes carnavalescos brasileiros tiveram lugar no Rio de Janeiro, já no final da década de 1830.

A popularização do rádio, o Teatro de Revista e o desfile das escolas de samba fizeram dos anos 30 e 40 a idade de ouro do carnaval no Brasil. Marchinhas animavam os bailes e as ruas, e os sucessos musicais daqueles tempos permanecem vivos e entusiasmantes até hoje.

A marchinha Pra você gostar de mim (Taí), composta em 1930 por Joubert de Carvalho, lançou para o estrelato um grande ícone do nosso carnaval: a "internacional" Carmen Miranda. A "pequena notável" emprestou a voz a diversas marchas carnavalescas.

As máscaras e fantasias começaram a ser difundidas aqui ainda na primeira metade do século XIX. O primeiro baile de máscaras do Brasil foi realizado pelo Hotel Itália, no Largo do Rocio, RJ. A idéia logo virou um hábito e contagiou a cidade. Mas, apesar de ser uma maneira sadia e alegre de se brincar o carnaval, contribuiu para marcar as já gritantes diferenças sociais que aqui sempre existiram. O carnaval dos salões veio para agradar a elite e a classe emergente do país, o povo ficava do lado de fora, nas festas de rua ao ar livre. E mesmo com o grande sucesso dos bailes de salão, foi na esfera popular que o carnaval adquiriu formas genuinamente autênticas e brasileiras.

A Paraíba foi contagiada por essa onda carnavalesca e sugiram então os Bailes como o "Azul e Branco - Clube Ástrea e o "Vermelho e Branco - Clube Cabo Branco" que por muitos anos foram tradição e eram ocasiões em que a sociedade local aguardava com muita ansiedade. Infelizmente ao longo dos anos, Os Bailes perderam o brilho e foram substituídos por outros eventos carnavalescos no gosto popular.

O Clube Ástrea veio a fechar em função de falência. O Clube Cabo Branco, persiste ainda, apesar de passar também por séria crise financeira.

Contato Orquestra Mistura Fina: Produtor Fábio Henrique
Tel.: (83) 8853-7777/9633-7777
Skype: fabio.henrique.alves
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Foto: Reprodução/divulgação.

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