sexta-feira, 30 de agosto de 2013

EVA WILMA COMEMORA OS SEUS 60 ANOS DE CARREIRA E 80 DE VIDA NO ESPETÁCULO AZUL RESPLENDOR

A admirável grande atriz Eva Wilma comemora os seus 60 anos de carreira e 80 de vida no espetáculo Azul Resplendor, do autor Eduardo Adrianzén, no Teatro Renaissance, até o dia 13 de outubro, em São Paulo. Fazendo parte do elenco top de linha de várias gerações que contracenam com a dama do teatro brasileiro o querido ator Pedro Paulo Rangel, Dalton Vigh, Luciana Borghi, Lu Brites e Felipe Guerra.

Os diretores Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas que dividem a direção pela primeira vez nos mais de 20 anos de parceria no teatro dirigem uma comédia que promove, através de uma rara combinação entre humor ácido e delicadeza, o encontro marcado que cada um tem consigo mesmo. Os dois conheceram Eduardo Adrianzén, autor de destaque da dramaturgia contemporânea do Peru, enquanto realizavam o projeto Embaixada do Teatro Brasileiro (2008/2009) em países Ibero-americanos para promover o teatro brasileiro e incentivar o intercâmbio entre as dramaturgias produzidas em espanhol e português. O texto original de Azul Resplendor, apresentado por Adrianzén a eles, causou o mesmo arrebatamento na atriz Eva Wilma que juntos decidiram montar no Brasil com a realização de Renato Borghi Produções.

Um presente para o público do espetáculo Azul Resplendor é contemplar um Vídeo Exposição com três monitores de TV e mais quatro totens com fotos que ilustram os seus 60 anos de carreira e 80 de vida da diva Eva Wilma.

O Diretor de Produção do espetáculo André Mello informa que após a temporada paulista iniciará uma turnê pelo interior de São Paulo e em seguida outras cidades do Sul e Nordeste.

Sobre Azul Resplendor:

TEXTO AZUL RESPLENDOR

Escrita por Adrianzén em 2005 é um retrato do ofício do ator. Mas um retrato sem retoques. Apesar de situada na atualidade, a peça revela os bastidores de todos os teatros em todos os tempos. O texto expõe com clareza e ironia os jogos de poder, os afetos, as ambições, as inspirações, as vaidades, as ilusões, as carências, as invenções, as manias e as frustrações dos atores quando se juntam para ensaiar uma peça. Para desvelar os bastidores dos palcos, o dramaturgo se valeu de uma galeria de personagens bem conhecidos no mundo do Teatro: a célebre atriz dramática aposentada precocemente, o eterno coadjuvante recalcado, o diretor arrogante e prepotente, a assistente de direção sem identidade e os atores jovens em busca de fama e poder a qualquer preço.

Blanca Estela (Eva Wilma) é uma grande dama do teatro afastada de seu ofício há mais de 30 anos. Inesperadamente, ela recebe a visita de seu mais devotado fã – Tito Tápia (Pedro Paulo Rangel), um ator sem nenhuma expressão que passou a maior parte de sua vida cuidando da mãe doente e fazendo “pontas” no teatro e na televisão.

De posse da herança e com uma peça de sua autoria escrita em memória da mãe falecida, Tito decide procurar Blanca Estela para confessar seu antigo amor e lhe fazer uma proposta para que ela retorne aos palcos como protagonista de sua obra.

Apesar de ter sido um dos maiores nomes do teatro, Blanca Estela alimenta um amargo desprezo pelo mundo do teatro, o que motivou sua aposentadoria precoce. Mas, por razões que só ficarão claras ao final da peça, a grande diva decide aceitar a proposta de Tito, desde que a peça seja dirigida por um nome de peso. Tito decide chamar o maior diretor teatral da atualidade: Antônio Balaguer (Dalton Vigh). Considerado um gênio e cercado por uma equipe que o idolatra, o badalado encenador promete surpreender o público montando “o espetáculo da década”.

“Adrianzén transmite com graça e extrema agudeza os conflitos que se desenrolam no competitivo universo dos atores. Em uma época de culto às celebridades, Azul Resplendor trata de maneira crítica e bem humorada o ávido interesse que o público tem dedicado à vida privada dos artistas”, diz Borghi.

Azul Resplendor também irá revelar ao público e aos artistas brasileiros mais um exemplo da excelente dramaturgia produzida por nossos vizinhos latino-americanos. O espetáculo foi um grande sucesso no Peru e seu autor, Eduardo Adrianzén, é um dos dramaturgos contemporâneos de maior destaque no mundo hispânico. Além de teatro, é também autor de telenovelas, o que lhe oferece um panorama completo da vida dos atores profissionais.

A encenação é totalmente focada no trabalho dos atores e sua interação com a luz. O texto de Eduardo Adrianzén sugere que a cena nua é sustentada apenas pela iluminação e objetos essenciais à ação.

O AUTOR

Eduardo Adrianzén é um dos autores mais premiados da cena hispânica. Escritor. Nascido em Lima- Peru, em 1964. Dramaturgo teatral desde 1995, com 16 peças encenadas até hoje, várias publicadas, premiadas e montadas no cenário internacional do Teatro.

Autor de televisão desde 1985, roteirista de quase 50 títulos de ficção, entre telenovelas, minisséries e similares. Professor universitário desde 1999 ministra cursos na área de Comunicação Audiovisual e Dramaturgia Teatral em diversas universidades. Colunista desde 2005, no jornal peruano “La República”. Como dramaturgo teatral, escreveu e montou: DE REPENTE UN BESO (1995-2011), EL DÍA DE LA LUNA, Prêmio de Dramaturgia do Teatro Nacional (1996-97, encenada na Bulgária/1998), CRISTO LIGHT (1997-2005, montada em Santiago de Chile em 2003) TRES AMORES POST-MODERNOS (1998), CUATRO HISTORIAS DE CAMA (2008-2012, montada em Madrid em 2010 e atualmente sendo ensaiada na Cidade do México), RESPIRA (Prêmio Teatro Britânico 2009), entre outras. Como autor de novelas, assinou 09 telenovelas (02 delas com posteriores remakes) co-roteirista e adaptador de outras 06, e autor de 18 minisséries e 11 telenovelas curtas. Também foi produtor de TV. Em 2001, a Universidade Católica do Peru publicou seu livro: “Telenovelas: cómo son, cómo se escriben”, com 02 reedições. Recebeu o Prêmio da Coordenadoria de Direitos Humanos do Peru em Ator, diretor, roteirista e professor de interpretação e História do Teatro.

OS DIRETORES

Não há homenagem mais perfeita para uma atriz da envergadura de Eva Wilma que a montagem de uma peça que celebra com inteligência o próprio fazer teatral, “direção Azul Resplendor”.

Renato Borghi

Um dos atores mais importantes do país. Louvado com 03 prêmios Moliére (a consagração máxima do teatro nacional) e todos os outros grandes prêmios da cena brasileira, em diversas modalidades (ator, dramaturgo, diretor e pesquisador).

Fundou o TEATRO OFICINA em 1958, juntamente com José  Celso Martinez Corrêa, onde realizou trabalhos que marcariam para sempre o Teatro Brasileiro e se tornariam referências para as novas gerações: PEQUENOS BURGUESES, ANDORRA, REI DA VELA, GALILEU GALILEI e NA SELVA DAS CIDADES. Nos anos 70, fundou o TEATRO VIVO com Estér Góes e, juntos, produziram espetáculos de forte impacto no que ficou conhecido como “Teatro de Resistência à Ditadura Militar”, entre eles: O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO e MAHAGONNY de Brecht, MURRO EM PONTA DE FACA de Augusto Boal, UM GRITO PARADO NO AR de Gianfrancesco Guarnieri e CALABAR de Chico Buarque e Ruy Guerra. Durante a década de 80, lança-se como dramaturgo e escreve peças de enorme sucesso como A ESTRELA DALVA (com Marília Pêra) e LOBO DE RAY BAN (com Raúl Cortez e Christiane Torloni). Em 1993, funda o TEATRO PROMÍSCUO com o ator Elcio Nogueira Seixas e obtém grande êxito alternando montagens de clássicos e dramaturgos contemporâneos. Ícone do Tropicalismo ficou imortalizado por sua atuação em O REI DA VELA de Oswald de Andrade, recebendo o reconhecimento da crítica internacional. Em 2010, voltou a encantar público e crítica estrangeiros com as peças da EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO. Diretor de grandes espetáculos ao largo de sua extensa carreira, Renato Borghi retorna à arte da encenação com AZUL RESPLENDOR, peça madura que requer toda sua vasta experiência (55 anos de palco).

Elcio Nogueira Seixas

Ator e diretor. Iniciou sua carreira participando da reabertura do emblemático TEATRO OFICINA, com HAM-LET, em 1993, sob a direção de JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA. Ainda neste ano, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator RENATO BORGHI. Ao longo dos 20 anos da companhia, idealizou, dirigiu e protagonizou vários espetáculos e projetos relevantes: ÉDIPO DE TABAS, TIO VÂNIA, JARDIM DAS CEREJEIRAS, MOSTRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA, BORGHI EM REVISTA, TIMÃO DE ATENAS, MACBETH, entre outros. Em todas estas produções, contracenou, dirigiu e concebeu espetáculos ao lado de grandes nomes do Teatro Brasileiro: TÔNIA CARRERO, HÉLIO EICHBAUER, DANIELA THOMAS, BETH GOULART, FAUZI ARAP, ELIAS ANDREATO, entre outros artistas de enorme relevância na cena teatral. Por sua atuação na MOSTRA, ganhou os prêmios SHELL e APCA de 2002, além de ter recebido indicações como ator e diretor por outros espetáculos (recentemente, foi indicado como melhor ator ao APCA por sua atuação em O BEIJO NO ASFALTO). Com um de seus últimos projetos - a EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO - recebeu, em Cuba, o Prêmio Villanueva da crítica pelos melhores espetáculos internacionais apresentados na ilha no ano de 2010. Em 2008, lançou seu primeiro livro - BORGHI EM REVISTA - pela Coleção Aplauso. Durante toda sua carreira, ministrou inúmeras oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, sobre temas variados, como  as obras de Nelson Rodrigues, Tchekhov, Beckett, Tennessee Williams e Shakespeare.

O ELENCO

“O teatro para mim é uma coisa sagrada. Ele pertence ao ator.” Eva Wilma

Eva Wilma

Uma das atrizes mais queridas do Brasil, Eva Wilma é parte de todos nós. No Teatro, foi fundadora do mítico TEATRO DE ARENA em 1953. Desde o início da carreira, realizou trabalhos marcantes nos palcos: FEITICEIRAS DE SALEM, O SANTO INQUÉRITO, BLACK OUT, UM BONDE CHAMADO DESEJO, ESPERANDO GODOT, QUANDO O CORAÇÃO FLORESCE (ao lado do grande parceiro Carlos Zara), QUERIDA MAMÃE e tantos outros êxitos.

Sempre dirigida por grandes encenadores, como José  Renato, Ziembinski, Ademar Guerra, Antunes Filho, Gianni Ratto e Bibi Ferreira. Ganhou todos os prêmios mais importantes do teatro nacional: Shell, Moliére, Sharp, APCA, entre outras honrarias. No cinema, atuou em clássicos, como CIDADE AMEAÇADA de Roberto Faria, A ILHA de Walter Hugo Khouri, SÃO PAULO S/A de Luiz Sérgio Person e FELIZ ANO VELHO de Roberto Gerwitz. Seus primeiros anos na TV foram marcados por trabalhos inesquecíveis: o popular seriado ALÔ DOÇURA (ao lado de outro parceiro importante em sua vida, o ator John Herbert), as gêmeas originais de MULHERES DE AREIA e a heroína de A VIAGEM. Na Rede Globo, também se eternizou em novelas como PLUMAS E PAETÊS, ELAS POR ELAS, RODA DE FOGO, PEDRA SOBRE PEDRA, PÁTRIA MINHA, O REI DO GADO, A INDOMADA e o seriado MULHER. Às vésperas de seus 60 anos de carreira e 80 de vida, Eva Wilma prepara-se para celebrar este momento único com mais uma personagem: a grande Dama do Teatro, Blanca Estela, em AZUL RESPLENDOR.

Pedro Paulo Rangel

Pepê (como é carinhosamente chamado pelos amigos) é um dos atores mais carismáticos e premiados do país. Começou sua carreira em 1968, em RODA VIVA de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Desde então, coleciona sucessos no Teatro: GALILEU GALILEI, ROMEU E JULIETA e JORGINHO, O MACHÃO selou um início de carreira brilhante. Ganhou 03 vezes o Prêmio Moliére por AURORA DA MINHA VIDA, MACHADO EM CENA e SERMÃO DA QUARTA FEIRA DE CINZAS. Recebeu também os prêmios Shell, Mambembe e Cultura Inglesa. Nos anos 70, estreou na TV com novelas icônicas: GABRIELA, O NOVIÇO e SARAMANDAIA. A partir de 1981, participou de vários programas de humor na Rede Globo, entre eles: VIVA O GORDO e TV PIRATA. Seguiram-se vários outros sucessos na TV: PEDRA SOBRE PEDRA, A INDOMADA, A INVENÇÃO DO BRASIL, O CRAVO E A ROSA, A MURALHA, entre tantos outros. Em BELÍSSIMA, teve atuação inesquecível ao lado de Fernanda Montenegro. A feliz parceria se repetiu no último episódio da série AS BRASILEIRAS de Daniel Filho. PEDRO PAULO RANGEL é o intérprete perfeito para dar vida ao velho ator Tito Tápia, de AZUL RESPLENDOR, papel delicado que alterna humor patético e sentido trágico, tornando este trabalho acessível apenas aos atores de rara personalidade.

Dalton Vigh

Iniciou a carreira de ator na Rede Manchete, na novela Tocaia Grande, em 1995. Sua estreia no cinema foi em Por Trás do Pano, filme de Luiz Villaça, ao lado de Pedro Cardoso, Marisa Orth e Denise Fraga. Em 2000 aceitou o convite para apresentar o programa People and Arts e em 2001 foi contratado pela Rede Globo. Participou de várias novelas e minisséries e entre os personagens emblemáticos que interpretou estão Said Rachid, em O Clone; o vilão Clóvis Moura em O Profeta e Marconi Ferraço, em Duas Caras, novela escrita por Aguinaldo Silva. Seu papel mais recente na televisão foi como Renê Velmont, na novela Fina Estampa, de Aguinaldo Silva.

No Teatro, já integrou o elenco de “Ressuscita-me” – 1994; “Futuro do Pretérito” –1996; “Camila Baker” – 1999; “A Importância de Ser Fiel” – 2002-2006; “Medéia” – 2004; “Os Sete Gatinhos” – 2005; “As Viúvas” – 1999 e 2006; “Nunca se Sábado” –2006; “Cloaca” – 2009 e “Vamos” – 2010.

Luciana Borghi é Atriz, Autora e Diretora, tem 20 anos de carreira.
Seu último trabalho no teatro foi “Myrna”, de Nelson Rodrigues. Na TV como Railda, personagem polêmico na Rede Globo. Um de seus trabalhos de relevância foi o desenvolvimento do projeto “Nova Dramaturgia Brasileira” (por sete anos) onde produziu, atuou e dirigiu  em inúmeros espetáculos, realizou  workshops,  publicações e mostras sobre dramaturgia, revelando autores hoje em dia consagrados e premiados. Com destaque para as apresentações em Paris. Realizadora de projetos de adaptações contemporâneas como: Electra de Copacabana e Algumas Mulheres de Shakespeare.

Nos últimos tempos vem trabalhando com diretores renomados como Amir Haddad, Elias Andreato, Renato Borghi, José Celso Martinez Corrêa, Roberto Alvim, Rodrigo Nogueira, Moacir Chaves e Mauricio Paroni, mas sempre buscando uma linguagem própria para suas interpretações.

Luciana Brites é atriz, bailarina e coreógrafa. Formada em dança contemporânea pelo Diplome D’etad de France – Paris; Treinamento em Suzuki e View Points com a Siti Company NY/ Chicago; Treinamento em teatro físico com o diretor inglês David Glass em Londres; Asthanga Yoga pelo Espaço Vidya em São Paulo e interpretação com Georgette Fadel, Cristiane Paoli Quito e método Meisner com Tomás Rezende.

Atua como bailarina e atriz no teatro, cinema e TV. Participou dos projetos: Alice (HBO), Aline (Rede Globo), Descolados (MTV), VIP’s (Tunico Mello), 400 contra 1 (Caco Souza), Sertões e Bacantes (Teatro Oficina), Love & Blember’s (Georgette Fadel), Admirável Mundo Novo (Élcio Nogueira), As Meninas (Yara de Novaes), atualmente em cartaz com a peça A Descida do Monte Morgan de Arthur Miller, dirigida por Luis Villaça.

Como coreógrafa trabalhou nos espetáculos teatrais Credores (Nelson Baskerville), Dinheiro Grátis (Michel Melamed), Cadela de Vison (Élcio Nogueira), Sertões e Bacantes (Teatro Oficina), Manifesto de Passagem (Núcleo Bartolomeu) e nos vídeo clipes de Djavan, Sidney Magal, Marina Lima, Carlinhos Brown, Zélia Duncan. Foi integrante das Cias. Deborah Colker, Intrépida Trupe de Circo-Teatro e Dani Lima de Dança. Artista brasileira premiada pelo Programa Internacional de Residência Chantier en Construction, em Paris.

Desenvolve pesquisa na preparação corporal e direção de movimento junto a grupos de teatro e dança. Desde 2003 é diretora da Cavallaria, companhia de artes cênicas com a qual realizou diversos espetáculos.

Felipe Guerra

Ator formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou no teatro em “Folias Canta Galileu Galilei”, direção Dagoberto Feliz –2012; "O que uma lâmpada pode fazer", Teatro Célia Helena, também dirigido por Dagoberto Feliz - Jun/2011 a Jul/2011; “Pensando sobre” Teatro Augusta, direção e coreografia de Dinah Perry – Jan/2011 a Fev/2011 e em “Os príncipes da Metrópole” – Espaço Cia do Corpo, espetáculo de dança contemporânea – Jul/2009 e “Jogos de Manicômio”, baseado na peça Fim de Partida, de Samuel Beckett , com direção de Zé Adão Barbosa, 2002.

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Eva Wilma, Pedro Paulo Rangel, Dalton Vigh, Luciana Borghi, Lu Brites e Felipe Guerra.

Texto: Eduardo Adrianzén (Peru)

Tradução: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas.

Direção Geral: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas.

Luz: Lúcia Chedieck

Cenário: André Cortez

Figurino: Simone Mina

Trilha Sonora: Aline Meyer

Vídeos: Renato Rosati

Fotos: João Caldas

Direção de Produção: André Mello

Realização: Renato Borghi Produções 

SERVIÇO:

Azul Resplendor

Temporada: De 18/07 a 13/10.

Sexta a domingo: horários – Sextas, às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 18h.

Local: Teatro Renaissance

Endereço: Alameda Santos, 2.233, Jardins, São Paulo/SP.

Classificação: 12 Anos.

Preços:

R$ 80,00 (inteira)

R$ 40,00 (meia) estudantes, pessoas acima de 60 Anos, Professores da Rede Estadual e portadores de deficiência física.

Capacidade do Teatro: 448 lugares

Duração: 90 minutos

Ponto de venda sem taxa de conveniência:

Bilheteria Teatro Renaissance de terça a quinta das 14h às 20h. 
Sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.

Informações e Vendas: (11) 3069-2286 -  www.ingressorapido.com.br

Estacionamento no Hotel com manobristas - R$ 25,00.

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