segunda-feira, 3 de agosto de 2015

PROGRAMAS DA TV VIVA SERÁ DESTAQUE NA PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO E SETEMBRO DO CINE É PROIBIDO COCHILAR

Nos meses de agosto e setembro o Cine É Proibido Cochilar, iniciativa da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), contará com um estilo de programação diferente do que vem sendo exibido na Casa do Patrimônio de Olinda – ligada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-PE). Ao invés de filmes, o público poderá assistir a programas da TV Viva, emissora pernambucana que veiculava suas produções de forma itinerante. Isso mesmo, dois meses de ocupação com as produções da fantástica TV Viva!

Criada em 1984 pelo Programa de Comunicação do Centro de Cultura Luiz Freire, na cidade de Olinda (PE), a TV Viva foi formada por vários diretores, como Eduardo Homem e Cláudio Barroso, e percorria os bairros da periferia da região metropolitana de Recife para veicular sua programação.

Pioneira na concepção alternativa de TV popular, ela atuava no mercado de vídeo educativo e institucional. Suas primeiras produções retratavam a realidade cotidiana dos próprios bairros, onde eram exibidas em telões semanalmente. O grupo era financiado pela organização holandesa Novib, e teve seus trabalhos adquiridos pela Abril Vídeos e a BBC londrina. Participou com grande sucesso do 3º Festival Videobrasil com a obra Amigo Urso, em 1985.

A primeira sessão, na próxima quinta-feira (06), exibirá cinco blocos de produções da TV Viva que compõem uma programação televisiva em 60 minutos, sendo elas: o infantil Pipoca Maluca, o jornal Olho Vivo, o irreverente Bom Dia Deo, o bloco de documentários ou ficções 4 Cantos e o programa cultural Circo Eletrônico. Ao fim da mostra, os presentes ainda poderão participar de um debate com o diretor da TV, Nilton Pereira.

SERVIÇO
 
Cine É Proibido Cochilar – Mostra de programas da TV Viva
 
Agosto e Setembro, quinzenalmente (06/08, 20/08, 03/09 e 17/09), às 19h
 
Casa do Patrimônio de Olinda
Rua do Amparo, número 59, em Olinda

Entrada franca
 
TEXTO: Thomas Gonçalves AsCom RRNE/MinC
 

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