quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

SEIS DICAS PARA GERENCIAR A LOGÍSTICA DE FROTAS UTILIZANDO RASTREADORES

Já foi o tempo em que o rastreador era utilizado apenas para monitoramento e recuperação de veículos. Os equipamentos atuais estão cada vez mais inteligentes e se tornaram geradores de informações que permitem o gerenciamento completo de uma frota, refletindo em otimização de performance, redução de custos e realocação de recursos. Para alcançar estes benefícios, entretanto, é preciso garantir o bom funcionamento dos rastreadores e perfeita integração com o software de gestão.

CONFIRA A SEGUIR UM PASSO A PASSO PARA GERENCIAR LOGÍSTICA EM ALTO NÍVEL:
 
1 – Levantar os itens relevantes para a operação em questão
 
São bastante comuns os casos de empresas que compram rastreadores e os instalam nos veículos sem considerar as necessidades da operação e se o equipamento atende às expectativas. Para gerar informações relevantes é fundamental entender, em primeiro lugar, quais são os parâmetros a serem analisados, como quilometragem, velocidade, aceleração, rotação de motor, comportamento de uso do automóvel, tempo médio de localização e de trajeto, entre outros dados importantes.

2 – Escolher o rastreador mais recomendado para a demanda
 
É uma prática do mercado optar por equipamentos mais básicos para economizar. Entretanto, uma solução mais barata pode resultar em uma visão limitada da gestão. É importante considerar questões como a escalabilidade de serviços diante de um aumento de frota, ou a necessidade de troca de equipamentos em campo. Em um primeiro momento, equipamentos mais adequados podem exigir um investimento maior, mas a médio e longo prazo trazem melhores retornos.

3 – Garantir uma instalação correta
 
95% dos problemas que acontecem com rastreadores são decorrentes de má instalação, como colocação em local incorreto ou falta de conexão. É preciso garantir que o gerador de informações tenha 100% de integridade e confiabilidade, e que o receptor também suportará a geração dos dados de forma recorrente. Para isso, a empresa deve exigir um fornecedor treinado e qualificado.
 
4 – Realizar uma configuração adequada
 
Os parâmetros estabelecidos devem ser configurados no sistema logo após a instalação, para que os recursos do sistema sejam aproveitados conforme as necessidades. Alertas de rotação, cadastro de áreas embarcadas e outras definições realizadas de forma correta vão garantir uma base de rastreamento sólida, com uma visão real do que acontece em campo.
 
5 – Criar os indicadores de gestão
 
Com os dados relevantes em mãos, é preciso criar e customizar indicadores que facilitem o entendimento dos dados sem necessidade da leitura de relatórios complexos e extensos. Para uma gestão de segurança, por exemplo, pode-se criar um indicador que considera excesso de velocidade e tempo, em quantidade de minutos, com distribuição estatística. Com um alto número de alertas, fica fácil identificar quais as operações com alto risco de acidentes.

6 – Apresentar os resultados
 
O software de gestão escolhido deve contar com uma variedade de modelos de relatórios, por meio de um conjunto de gráficos e tabelas, ou a partir de ferramentas de Business Intelligence com painéis de controle, cada um indicado para um tipo de mapeamento. A versatilidade é essencial para a visão completa da frota, entender o status atual e realizar ações para a otimização do desempenho.
 
*Daniel Himelgryn é Diretor de Tecnologia e Marketing da Maxtrack, empresa líder em tecnologia de rastreamento e telemetria no Brasil.
 
Foto: Reprodução/divulgação.

Fonte: Na Boleia

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