quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

FERNANDA MONTENEGRO COMENTA O PROCESSO DE CRIAÇÃO EM “CENTRAL DO BRASIL” NA SÉRIE “GRANDE CENAS”

Indicado ao Oscar e ganhador do Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro em 1999, o filme “Central do Brasil”, de Walter Salles, é o protagonista de mais um episódio inédito da série “Grandes Cenas”, na Quarta de Cinema, 8, às 23h40. Dezenove anos após a exibição do longa-metragem nos cinemas, a atriz Fernanda Montenegro relata como foi a construção da personagem Dora, mulher que trabalha na estação Central do Brasil escrevendo cartas para pessoas analfabetas. E recorda a experiência de filmar a intensa cena da romaria, em que sua personagem se perde de Josué - menino de nove anos que está em busca do seu pai - em meio a centenas de fiéis. Ao final do episódio, a cena é exibida.
 
“Quando aquilo foi feito, já tínhamos passado um dia num calor insano, no fundo de um sertão abandonado, esperando a noite chegar. Aquela multidão jogada pelos cantos, já rezando, para se esquentar. E na verdade, daí a pouco, aquilo tudo começou a ser verdade, para aquela multidão. Porque eu vi que aquelas pessoas não estavam ali representando”, relembra Fernanda Montenegro, sobre a cena da Romaria, gravada no Nordeste brasileiro.
 
No episódio inédito de "As Canções da Minha Vida", que vai ao ar na Segunda da Música, 6, o cantor Daniel fala sobre a relação que tem com a música e interpreta canções que marcaram seu repertório e sua vida, como o clássico da banda Legião Urbana, ‘Será’. Além da interpretação surpreendente, Daniel canta clássicos da música sertaneja brasileira, como "O Menino da Porteira" e “Romaria”. Religioso, Daniel credita sua vocação para música à Deus e fala ainda sobre como as canções fazem bem para seu irmão, que tem paralisia cerebral. Dirigido por Bruno Levinson e com produção da Raccord, ao longo de 13 episódios, a série musical “As Canções da Minha Vida” faz um panorama das composições que marcaram e influenciaram grandes nomes da música brasileira, dos mais variados estilos. A produção é financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
 
Com depoimentos de Ferreira Gullar, Edu Lobo, Chico Buarque, Aderbal Freire-Filho, Cecília Boal, Julian Boal e do próprio Augusto Boal, o documentário “Augusto Boal e o Teatro do Oprimido” estreia dia 7, na Terça das Artes. Dirigido por Zelito Viana, a produção mostra a trajetória do teatrólogo, idealizador de técnicas comparadas a de grandes teóricos das artes cênicas, como Brecht e Stanislavski. O filme ainda mostra trechos das aplicações do “Teatro do Oprimido” em grupos e projetos em plena atividade. O roteiro foca em países como Índia e Moçambique, onde são captadas peças itinerantes com interação da plateia.
 
Essa semana, a faixa “A Vida é Curta!” exibe três curtas recheados de sátiras: “J.Carlos”, “Humor Amargo” e “Memória”. O curta “J.Carlos”, de Norma Bengell e Silvio Tendler, apresenta a vida do chargista, ilustrador e designer que dá título ao filme, considerado um dos maiores representantes do estilo art déco no design gráfico brasileiro. Em seguida, “Humor Amargo”, de Sérgio Santeiro, tem como cenário o auditório do Museu de Arte Moderna carioca onde acontece o bate-papo entre dois amigos que trocam impressões sobre o cotidiano. Dividida em cinco esquetes, a produção reflete sobre as dores e as delícias de viver no Brasil dos anos 1970. Para finalizar, o curta “Memória”, dirigido por Roberto Henkin e roteirizado em parceria com Jorge Furtado, apresenta um ano decisivo para o Brasil quando acontece a primeira eleição presidencial direta em três décadas.
 
Na Quinta do Pensamento, 9, a família é o tema do episódio inédito da série “No Caminho do Bem’. Sérgio Besserman conversa com o pastor Eliel Batista, o rabino Dario Bialer e o representante espírita Cesar Perri sobre como cada religião vem lidando com os novos modelos familiares.
 
SEGUNDA DA MÚSICA
 
As Canções da Minha Vida (Série)
 
Gravada no ateliê do artista plástico Sérgio Marimba,“As Canções da Minha Vida” é uma série musical composta de 13 episódios que faz um grande painel da música brasileira. Vamos conhecer quais as músicas mais marcantes e que influenciaram artistas importantes, como: Maria Gadú, Geraldo Azevedo, Ana Cañas, Hamilton de Holanda, Leo Jaime e Odair José. Artistas brasileiros, com seus instrumentos, irão destrinchar sua trajetória artística através das músicas que os influenciaram, que serviram de inspiração e que o ajudaram a compor seu trabalho autoral. Uma grande homenagem à música brasileira feita por seus compositores e intérpretes.
 
Episódio inédito – Daniel
 
"A música chegou muito cedo na minha vida. Senti os primeiros acordes na barriga da minha mãe. Tenho uma família muito ligada a música. Minha mãe, meu pai que foi meu primeiro professor", já sai contando Daniel e continua falando de sua infância com o irmão que tem paralisia cerebral e que sempre teve a música como aliada; das aulas de violão na boleia do caminhão com seu pai e por aí vai nos seus mais de 30 anos de história na música. E assim faz todo sentido ele abrir cantando "O Menino da Porteira". No repertório do seu programa ainda faz todo sentido ele cantar "Romaria", mas depois foi só surpresa com Daniel cantando "Será", da Legião Urbana e "Tantinho", do Carlinhos Brown. Do seu repertório nos brinda com o sucesso "Adoro Amar Você".
 
Diretor: Bruno Levinson
 
Duração: 26 min.
 
Estreia: 6 de fevereiro, segunda-feira, às 23h30.
 
Classificação: Livre
 
Horários alternativos:
 
Dia 07 de fevereiro, terça-feira, às 3h30 e às 17h30;
 
Dia 08 de fevereiro, quarta-feira, às 11h30;
 
Dia 11 de fevereiro, sábado, 21h30.
 
 
TERÇA DAS ARTES
 
Augusto Boal e o Teatro do Oprimido (Documentário)
 
Sob direção de Zelito Viana, o documentário "Augusto Boal e o Teatro do Oprimido" mostra a trajetória do teatrólogo Augusto Boal, idealizador de técnicas comparadas a de grandes teóricos das artes cênicas, como Brecht e Stanislavski. O longa-metragem traça a evolução de sua maior criação, "O Teatro do Oprimido". Os principais objetivos desta técnica teatral são a democratização dos meios de produção, o acesso das camadas sociais menos favorecidas e a transformação da realidade através do diálogo e do teatro. Com depoimentos do próprio Augusto Boal, de Ferreira Gullar, Edu Lobo, Chico Buarque, Aderbal Freire-Filho, Cecília Boal e Julian Boal, o filme ainda mostra trechos das aplicações do "Teatro do Oprimido" em grupos e projetos em plena atividade. O roteiro foca em países como Índia e Moçambique, onde são captadas peças itinerantes com interação da plateia.
 
Diretor: Zelito Viana
 
Duração: 62 min
 
Estreia: 07 de fevereiro, terça-feira, às 23h.
 
Classificação: Livre.
 
Horários alternativos:
 
Dia 08 de fevereiro, quarta-feira, às 3h e às 17h;
 
Dia 09 de fevereiro, quinta-feira, às 11h;
 
Dia 11 de fevereiro, sábado, às 11h.
 
 
QUARTA DE CINEMA
 
“A Vida é Curta!” dessa semana traz verdadeiras sátiras à política brasileira
 
A faixa exibe três curtas recheados de sátiras, são elas: “J.Carlos”, “Humor Amargo” e “Memória”. O curta “J.Carlos”, de Norma Bengell e Silvio Tendler, apresenta a vida do chargista, ilustrador e designer J.Carlos, considerado um dos maiores representantes do estilo art déco no design gráfico brasileiro. Em seguida, “Humor Amargo” tem como cenário o auditório do Museu de Arte Moderna carioca onde acontece o bate-papo entre dois amigos que trocam impressões sobre o cotidiano. Dividida em cinco esquetes, a produção reflete sobre as dores e as delícias de viver no Brasil dos anos 1970. Para finalizar, curta “Memória”, dirigido por Roberto Henkin e roteirizado em parceira com Jorge Furtado, apresenta um ano decisivo para o Brasil, pois acontecerá a primeira eleição presidencial direta em três décadas.
 
Exibição: 08 de fevereiro, quarta-feira, às 20h
 
Classificação: Livre
 
Horários alternativos:
 
Dia 09 de fevereiro, quinta-feira, às 00h e às 14h;
 
Dia 10 de fevereiro, sexta-feira, às 8h;
 
Dia 11 de fevereiro, sábado, às 14h.
 
PROMO - Duração 1’:
 
Grandes Cenas –(Série)
 
Uma grande cena é aquela que não se define apenas na relação com as demais. Uma grande cena é aquela que contém em si um filme à parte, um universo à parte, capaz de alterar nossa sensibilidade e perdurar na nossa memória. Com o objetivo de resgatar o apreço por essa unidade fundamental que é a cena, a série Grandes Cenas busca analisar cenas memoráveis do cinema brasileiro.
Episódio inédito – “Central do Brasil”
 
A atriz Fernanda Montenegro esmiúça seu processo de composição da personagem Dora em Central do Brasil (1997), revivendo a experiência de filmar a intensa cena da romaria, em que Dora perde Josué em meio a centenas de fiéis.
 
Diretores: Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno
 
Duração: 15 min
 
Estreia: 08 de fevereiro, quarta-feira, às 23h40.
 
Classificação: Livre
 
Horários alternativos:
 
Dia 09 de fevereiro, quinta-feira, às 3h40 e às 17h40;
 
Dia 10 de fevereiro, sexta-feira, às 11h40;
 
Dia 11 de fevereiro, sábado, às 22h.
 
 
QUINTA DO PENSAMENTO
 
No Caminho do Bem- Família (Série)
 
Este episódio de No Caminho do Bem se dedica a entender como as diferentes religiões percebem a construção social mais antiga da humanidade: a família, revelando como as mudanças dos modelos familiares vêm impactando a prática da fé.
 
Diretores: Bárbara Kahane e Belisario Franca
 
Duração: 52 min
 
Estreia: 09 de fevereiro, quinta-feira, às 23h.
 
Classificação: Livre
 
Horários alternativos:
 
Dia 10 de fevereiro, sexta-feira, às 3h e às 17h;
 
Dia 11 de fevereiro, segunda-feira, às 12h;
 
Dia 12 de fevereiro, terça-feira, às 23h.
 
 
SEXTA DA SOCIEDADE
 
Pra Onde Corre o Rio – Barra da Tijuca - O paraíso agoniza (Série)
 
Nos últimos 20 anos a Barra não cresceu, explodiu. No início da década de 90 a população não passava de 100 mil habitantes. Hoje beira 1 milhão de pessoas, de acordo com estimativa da Prefeitura. De olho no espaço e na beleza da região, o setor imobiliário se espalhou. Só esqueceram de um detalhe: saneamento básico. Se o crescimento supostamente ordenado não veio com sistema de esgoto, imagina as ocupações irregulares. Favelas e condomínios se multiplicaram ao redor das lagoas da Barra e Jacarepaguá, transformando os frágeis corpos d´água em depósito de lixo e esgoto. A esperança de colocar em prática um projeto de despoluição foi pelo ralo com a crise do Estado, e agora, passadas as Olimpíadas e desligados os holofotes, as lagoas agonizam sem luz no fim do túnel.
Diretora: Paula Fiuza
 
Duração: 39 min
 
Exibição: 10 de fevereiro, sexta-feira, às 23h15.
 
Classificação: Livre.
 
Horários alternativos:
 
Dia 11 de fevereiro, sábado, às 3h e às 20h15;
 
Dia 12 de fevereiro, domingo, às 8h30;
 
Dia 13 de fevereiro, segunda-feira, 1h15.
 
PROMO - Duração 1’:
 
SOBRE O CURTA!
 
Dedicado às artes, cultura e humanidades, o Curta! é um canal independente que acolhe a experimentação e se orgulha de ser um parceiro dos realizadores, artistas, criadores e produtores independentes. Com o compromisso de transmitir 12 horas por dia de programação nacional independente, os principais segmentos temáticos da programação são música, dança, teatro, artes visuais, meta-cinema, filosofia, literatura, história-política e sociedade.
 
O Curta! pode ser visto nos canais 56 da NET, 56 na Claro TV, 76 na Oi TV, na GVT e Vivo como canal opcional à la Carte, 132 e 664, respectivamente. Siga as redes do canal nos endereços: www.facebook.com/CanalCurta, twitter.com/CanalCurta e www.youtube.com/user/canalcurta
 
 
Fonte: Agência Febre
 
Foto/imagem: Reprodução/divulgação.

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