domingo, 16 de julho de 2017

NOVO LIVRO DE SOPHIE KINSELLA É UMA DIVERTIDA REFLEXÃO SOBRE A ERA DAS APARÊNCIAS NA INTERNET

Velha conhecida dos fãs de chick-lit, a inglesa Sophie Kinsella sabe como poucos criar uma história romântica e divertida que inclua tiradas e reflexões espertas sobre o cotidiano. Não é diferente em “Minha vida (não tão) perfeita”, seu novo romance, que chega às livrarias pela Record. Kinsella constrói sua trama em torno da conhecida máxima “as aparências enganam”, que ganhou novos e complicados contornos com a contemporaneidade, a internet e as redes sociais.

A protagonista Cat cresceu e passou a maior parte da vida numa fazenda no interior da Inglaterra. Na verdade, seu nome mesmo é Katie; Cat é a “nova personalidade” que inventou para sua vida londrina. Seus sonho sempre foi morar em Londres, onde viveria uma vida louca, animada e glamorosa. Quem a acompanha no Instagram até acredita que ela chegou lá, mas a verdade é um pouco diferente: Cat mora num cubículo sem espaço nem para um armário, tem um emprego chato e burocrático, e nunca tem dinheiro para comprar os lindos cafés e comidas que posta nas redes. O segredo? Ela espera alguém deixá-los de lado e fotografa.

Quem parece ter tudo que Cat deseja – e um pouco mais – é Demeter, a chefe linda, rica e bem-sucedida na agência de publicidade onde trabalha. Quando as coisas parecem enfim estar melhorando para a protagonista, a sorte muda e ela acaba demitida. Sem rumo, decide passar um tempo com o pai e a madrasta na fazenda. Ela, ao menos, arruma uma missão: ajudá-los a transformar a propriedade num glamping, espécie de camping de luxo.

Quando Demeter e a família vão passar as férias no glamping, Cat fica mais uma vez frente a frente com a megera que a demitiu. Dividida entre a vingança e a tentativa de recuperar o emprego, ela vai acabar percebendo que a vida da ex-chefe não é assim tão perfeita, e que as duas têm mais em comum do que ela imaginava.

SOBRE

TRECHO:

“Katie é quem eu sou em casa. Sou eu em Somerset. Uma menina do interior, de rosto corado e cabelos encaracolados, que vive de calça jeans, galochas e uma blusa que veio de brinde na entrega da ração das ovelhas. Uma garota cuja vida social se resume ao pub da região. Uma garota que deixei para trás.

Até onde me lembro, sempre quis sair de Somerset. Sempre quis vir para Londres. Nunca tive pôster de boy band na parede do meu quarto, e sim o mapa do metrô. Tinha um pôster da London Eye e do Gherkin.

O primeiro estágio que consegui foi em Birmingham, que também é uma cidade grande. Tem lojas, tem glamour, tem agito... mas não é Londres. Não tem aquele toque londrino que faz meu coração bater mais forte. Os prédios. A história. Passar pelo Big Bem e ouvi-lo tocar... Estar nas mesmas estações de metrô que vemos em milhões de filmes. Sentir que você está em uma das melhores cidades do mundo, sem contestação. Morar em Londres é côo morar em um set de filmagem, das ruas mais afastadas no estilo dickensiano até os reluzentes prédios de escritórios, passando pelos jardins secretos. Você pode ser quem quiser.”

SOPHIE KINSELLA nasceu em Londres e começou a escrever enquanto trabalhava como jornalista de economia. É famosa pelas comédias românticas. Sua série mais célebre começou com o livro “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, que ganhou versão no cinema. É autora ainda de “Samantha Sweet, executiva do lar”, “Lembra de mim?” e “Fiquei com o seu número”, entre outros, publicados pela Record. Pela Galera, publicou o juvenil “À procura de Audrey”. Já vendeu mais de 300 mil exemplares no Brasil.

SERVIÇO:

MINHA VIDA (NÃO TÃO) PERFEITA
(My not so perfect life)

SOPHIE KINSELLA

Páginas: 406

Preço: R$ 42,90

Tradução: Carolina Caires Coelho

Editora: Record | Grupo Editorial Record

Fonte: Departamento de Imprensa - Grupo Editorial Record - www.blogdaeditorarecord.com.br

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