segunda-feira, 14 de outubro de 2019

CAETANO VELOSO APRESENTA MAJUR NA GQ DE OUTUBRO: "SAÍDA DA ZONA NUCLEAR BAIANA"


Caetano Veloso apresenta a cantora baiana Majur na GQ Brasil de outubro. "Uma expressão artística saída da zona nuclear da sociedade baiana, de sua história e de seus espontâneos projetos rebeldes", relata o cantor nas páginas da revista das Edições Globo Condé Nast (EGCN), ilustrado por um clique de Vavá Ribeiro. No texto da seção GQ Vozes, ele narra o dia que os dois se conheceram em sua casa. Eles acabaram se encontrando antes de serem apresentados oficialmente por Maria Gadú e Lua Leça - que haviam levado a cantora para um sarau na casa de Caetano.

"Desde esse instante fiquei sabendo que era indiferente chamá-la de ela ou ele: diz-se não binário. É uma menina de 23 anos, pertence à geração que trata desses assuntos de fluidez de gênero com naturalidade", reflete. "Ouvir e ver Majur é, hoje, um luxo para os brasileiros. Que o Brasil acerte a fazer vozes como a sua ecoarem no mundo. Que sua elegância ensine os modos refinados ao mundo meio desengonçado que temos hoje em dia. E que o brilho de sua pele o ilumine (...)"Majur não é só uma voz potente. Muito menos apenas uma pessoa exuberante, de pele muito lisa e quadríceps deslumbrantes, que não se define pelo sexo biológico em que nasceu", discorre.

No texto, Caetano enaltece qualidades, como sua familiaridade com o Carnaval e o rap, além das influências de trap e reggaeton que compõem sua formação musical. "Majur tem ouvido para o desenrolar do Rhythm & Blues e compõe e canta dentro do gosto pop da história dessa corrente. É o pop captado diretamente pela sensibilidade popular, constantemente refeito por essa sensibilidade que lhe deu nome", sinaliza. Para quem não está familiarizado, Majur apareceu recentemente no single "AmarElo", parceria com Emicida e Pabllo Vittar. A faixa empresta o nome ao novo trabalho do veterano rapper paulistano.

Outros assuntos

A edição de número 99, com Daniel Alves na caoa da publicação, traz ainda uma lista com os homens mais elegantes do Brasil em um shooting clicado por Gui Paganini. O empreendedor Hasani B. Damazio estreia uma coluna em Essencial, contando que investir em ideias de afroempreendedores abre os portões do desenvolvimento sustentável e duradouro que o País procura. O legado deixado pelo ex-presidente Nelson Mandela ao mundo virou um roteiro turístico pela África do Sul feito pelo repórter fotográfico Arthur Seixas.

Descubra o colombiano David Vélez, fundador e presidente do Nubank (banco sul-americano que já é a sexta maior instituição financeira do Brasil e está avaliado em US$ 10 bilhões). Em Living, conheça a casa do stylist Leo Neves, criador da marca carioca de bolsas WaiWai, que lança sua primeira coleção masculina e sua linha home. Saiba mais sobre a febre dos vinhos laranjas – como são feitas essas bebidas, já que não existe uva nessa cor? – e saiba quem é o chef Felipe Schaedler, responsável pelas delícias do restaurante Banzeiro (de culinária autoral amazônica que chegou em São Paulo). A revista ainda visitou os povos do Xingu (MT) no dia que São Paulo ficou cinza, por conta das queimadas na Amazônia. O editor de Bem-Estar Felipe Blumen conta a experiência.

Sobre a GQ

Lançada em 1957 nos Estados Unidos e presente em 18 países, a GQ se consolidou como o guia essencial de estilo, cultura e lifestyle do homem brasileiro sofisticado, oferecendo o melhor do universo masculino na revista mensal, tablet, site e aplicativos para smartphone. Desde seu lançamento no Brasil, em 2011, a GQ é a publicação masculina com o maior número de anunciantes de relógios no país, ganhando inclusive especiais com o tema na revista. O Prêmio GQ Men Of The Year, cerimônia de premiação das personalidades masculinas (e uma mulher) que mais se destacaram no ano, celebrou em 2018, sua oitava edição. GQ foi eleita por três vezes a melhor revista masculina do Brasil pelo Prêmio Veículos de Comunicação. A revista tem circulação de mais de 15 mil exemplares.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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