quinta-feira, 24 de outubro de 2019

DIABETES INFANTIL PODE ASSUSTAR, MAS CALMA: É POSSÍVEL CONVIVER BEM COM A DOENÇA


A sensação foi como se um buraco se abrisse no chão naquele exato momento. Durante um exame de rotina, a pequena Lorena, à época com sete anos, foi diagnosticada com diabetes, em 2017. "Até hoje me emociono ao falar sobre esse assunto", conta o pai da garota, Alexandre Lemos Mendes, 45, vendedor.

Ele e a ex-mulher não notaram sinais de que a filha tinha a doença. Depois do diagnóstico, o pediatra pediu para ficarem de olho em detalhes. Um deles: se Lorena urinasse ao dormir, o sinal amarelo deveria ser aceso. Foi o que aconteceu na antevéspera de Natal daquele mesmo ano. Ao levar a filha ao pronto-socorro, Alexandre foi informado que o nível de glicose no sangue dela estava altíssimo. Foi então que começou o tratamento com insulina.

Há um ano e meio, Lorena realiza o monitoramento da glicose sanguínea algumas vezes ao dia, mas não teve maiores problemas com a diabetes. "Mudou um pouco a nossa rotina, porque uma das medições tem que ser feita às 3h da madrugada. Mas não é um problema. Paramos de comer besteira, porque ela tem que se alimentar de forma saudável", conta o pai. "Não deixamos, no entanto, de sair, ir em um fast food, só não vamos toda hora. Além disso, ela começou a fazer balé, jazz e caminhada conosco. É uma doença que vai sempre existir no corpo dela e ela tem consciência disso", explica Alexandre.

No caso da diabetes infantil, do tipo 1, o pâncreas não produz insulina. O hormônio é responsável pela entrada da glicose nas células do organismo para a produção de energia. Quando isso não ocorre, a concentração de açúcar no sangue fica alta. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de diabéticos diagnosticados cresceu mais de 60% em dez anos, de 2006 a 2016. Estima-se que a cada 100 mil crianças, 20 são portadoras de diabetes.

De acordo com o Dr. Alexandre Chieppe, Diretor Médico da MedLevensohn, os principais sintomas neste público são apetite aumentado (apesar de emagrecer, ao invés de engordar), muita sede, vontade de urinar frequentemente, fadiga e fraqueza. "Dentre as maiores complicações, estão as lesões de retina com perda da acuidade visual, insuficiência renal, complicações cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral e infecções", diz o Dr. Chieppe.

O especialista explica que o tratamento se dá com injeções de insulina de longa e curta duração, que conseguem manter a glicose no sangue em níveis normais.

Sobre a MedLevensohn

Distribuidora brasileira especializada em saúde, que oferece, além de sistema de testes rápidos, produtos e serviços que auxiliam no diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial, colesterolemia e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

No mercado há mais de 15 anos, é distribuidora e importadora Master Dealer, referência de alta tecnologia, segurança, agilidade e preço competitivo na promoção da qualidade de vida e bem-estar de seus clientes e parceiros. Em 2019, conquistou a marca de um bilhão de tiras de glicemia On Call Plus distribuídas no Brasil. Isso torna a empresa a maior distribuidora da fábrica Acon no mundo, superando, inclusive, companhias chinesas.

Está presente em todo o território nacional, por meio da sua Rede de Distribuição. Possui sede no Rio de Janeiro, um Centro de Distribuição em Serra (ES) e filiais em São Paulo e Belo Horizonte. Também presta serviços em nível nacional para órgãos públicos, setor hospitalar, varejista e público médico.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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