sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

PRÊMIO FUNDAÇÃO BUNGE RELEMBRA PREMIADOS NA CATEGORIA ARTE CIRCENSE

Sorrir é o melhor remédio – diz o ditado. Os estudos apontam que quando uma pessoa sorri o organismo libera endorfina, um hormônio que age como um “analgésico natural” trazendo uma sensação de bem-estar e tranquilidade. No Dia Mundial do Riso, celebrado nesta segunda-feira, 18/1, a Fundação Bunge relembra sua premiação anual que já reconheceu profissionais circenses. Mesmo em tempos de rádio, TV e internet, essa antiga arte ainda atrai a atenção de muitos espectadores e é símbolo de ludicidades e risos.

 

O Prêmio Fundação Bunge, uma das mais tradicionais premiações que reconhece profissionais que contribuem para o desenvolvimento da cultura e das ciências no Brasil, além de estimular novos talentos, reconheceu em 2014 dois profissionais na área de Artes, para o tema Arte Circense. O Hugo Possolo, um dos fundadores do grupo Parlapatões e que é palhaço, ator, dramaturgo, figurinista, diretor, produtor cultural e músico circense; e Luana Tamaoki Serrat, atriz circense, instrutora de circo e diretora da Cia Fulanas de Circo e Cia Luana Serrat. Herdou dos pais, fundadores da Associação Picolino de Artes do Circo, a vocação para a área e aos cinco anos de idade iniciou suas práticas circenses como contorcionista.

 

Hoje, são mais 1000 mil circos itinerantes espalhados pelo Brasil, e esses espetáculos por muitos anos foram os únicos a levar atrações culturais aos mais diferentes lugares do País. A edição da premiação foi uma forma de dar voz aos artistas de arte circense, que, desde o século 19, circulam por espaços da cultura erudita e popular e impressionam pela grande variedade de atrações e as ricas referências culturais que carregam.

 

Sobre a Fundação Bunge

 

A Fundação Bunge, entidade social da Bunge no Brasil, há 65 anos atua em diferentes frentes com o compromisso de valorizar pessoas e somar talentos para construir novos caminhos. Suas ações estabelecem uma relação entre passado, presente e futuro e são colocadas em práticas por meio da preservação da memória empresarial (Centro de Memória Bunge), do incentivo à leitura (Semear Leitores), do voluntariado corporativo (Comunidade Educativa), do desenvolvimento territorial sustentável (Comunidade Integrada) e do incentivo às ciências, letras e artes (Prêmio Fundação Bunge). 

Fonte/Foto-reprodução-divulgação: Assessoria de Imprensa - Legenda: À esquerda, Hugo Possolo, premiado na Categoria Vida e Obra área de Artes – tema Artes Circenses; à direita, Luana Serrat, premiada na Categoria Juventude área de Artes – tema Artes Circenses







 

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