sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

EDITORA PHILIA LANÇA CONCURSO PARA ESCRITORES DE CONTOS PARA PÚBLICO INFANTIL

 

Editora Philia foi fundada em 2020, em plena pandemia, pela fotógrafa documental e escritora Denise Becker, com foco na literatura de ficção, a poesia, a fotografia, a gastronomia e o infantojuvenil. A Philia adotou o slogan Literatura amiga para conquistar clubes de assinatura de livros, escolas e famílias que incentivam a leitura para crianças e adolescentes.

editora já tem três livros publicados, todos de autoria de Denise Becker com lindas ilustração da artista plástica Kelly Kreis Taglieber, que estimulam a preservação do meio ambiente (Conexão Julieta), a empatia (Boa Noite, Estrela! Seus amiguinhos também estão dormindo) e a reflexão do autoconhecimento (As gavetas do coração).

Começando 2021, a editora Philia lançou concurso para uma coletânea de novos escritores de contos infantis. EU CONTO UM CONTO será uma seleção de contos infantis (narrativa ficcional) adequado para crianças com idade de até 11 anos, inédito ou não, de autores brasileiros ou estrangeiros, com mais de 18 anos de idade ou menor de idade autorizado por responsável.

O recebimento dos contos vai até 31 de julho de 2021. O regulamento de edital está no site da editora http://editoraphilia.com.br/coletanea-philia/

Editora Philia – www.editoraphilia.com.br

Fonte – Denise Becker


GIO BIANCO LANÇA VERSÃO REMIX DE "ME LEVA"

 

A cantora Gio Bianco disponibiliza em todas as plataformas digitais a versão remix de seu single de estreia, "Me Leva". A faixa chega acompanhada de uma performance de dança que poderá ser vista nas redes sociais da cantora.

Enquanto trabalha na produção de seu novo single com o Midas Music, do produtor Rick Bonadio, Gio desenvolveu a versão remix de "Me Leva" em parceria com o DJ e produtor musical Vee Bondi. 

Fundador da Glorie Records, Vee se destaca por passar por várias vertentes da house, sem perder suas principais características como o groove, a melodia e a qualidade sonora. O remix de “Me Leva” preserva a beleza da voz de Gio e a melodia original da canção com uma levada ainda mais dançante. 

Gio também se prepara para iniciar as gravações das novas temporadas do programa Canta Comigo, da TV Record, do qual será jurada das edições adulto e infantil.

"Me Leva (Remix)" uma versão dançante ainda mais envolvente e contagiante para embalar o Carnaval e a vida dos amantes da boa música. Crie sua coreografia e deixe Gio Bianco te levar!

Sobre Gio Bianco

Gio Bianco tem uma carreira sólida como intérprete de grandes canções de jazz/bossa nova, pop e mpb. Sua paixão por musicais, desde a infância, lhe rendeu participações em produções do estilo na adolescência. Timbre aveludado, voz melodiosa e agudos potentes são características marcantes da cantora. Gio faz parte do experiente time de jurados do programa Canta Comigo da Rede Record de TV. Em 2020, Gio deu início ao seu trabalho autoral com a gravadora Midas Music de Rick Bonadio e lançou o primeiro single de alguns que serão lançados sequencialmente. “Me leva” é uma canção envolvente que marca o início de uma nova e promissora fase na carreira da artista.

Foto/Crédito: Fernando Piovesan

Fonte: Assessoria de Imprensa

POLUIÇÃO SONORA: COMO EVITAR?

 

Segundo estudos da OMS (Organização Mundial de Saúde), até o ano de 2050, cerca de 900 milhões de pessoas em todo o mundo poderão vir a ter surdez. Entre as principais razões para estes dados alarmantes estão algumas infecções, o uso excessivo de remédios e a exposição a sons muito altos. E justamente por ser invisível, esta poluição sonora pode ser um dos maiores vilões do mundo moderno para a saúde auditiva. Normalmente originados de vizinhos, do trânsito intenso ou mesmo pela proximidade com estações de metrô, trens e aeroportos, o som pode ultrapassar os 90 decibéis, sendo que o limite seguro para som contínuo, segundo estudo realizado pela Associação Brasileira para Qualidade Acústica.

Segundo a pesquisa, quem permanece entre as avenidas Paulista, 23 de Maio e 9 de Julho, na capital paulista, no horário de pico, pode enfrentar barulhos que ficam entre 86 e 95 decibéis. Na maioria dos casos, todo este excesso sonoro tem uma porta de entrada nos lares: as janelas.

Na tentativa de minimizar os efeitos causados pelo som incontrolável que vem da rua, as janelas acústicas estão se tornando grandes aliadas nessa busca constante por melhores condições de saúde e conforto. A Weiku, sempre atenta às demandas do mercado, traz o que há de mais moderno em esquadrias de PVC. O material, por característica, não permite que o som seja conduzido para o interior, sendo a melhor opção para um isolamento acústico de ponta. Por ter um processo 100% verticalizado, em cada projeto, a empresa realiza uma análise técnica que especifica a melhor tipologia e característica dos vidros, considerando a frequência, a intensidade dos sons e o ambiente em que será instalado. Esse cuidado ajuda a atenuar significativamente a entrada ou saída dos ruídos, garantindo o melhor em conforto e tranquilidade aos moradores. Porém muito além de saber as causas, é importante saber como evitar.

O que é poluição sonora?

Ao contrário das poluições tradicionais, a sonora ocorre quando um determinado som altera o ambiente e a condição normal de audição. Apesar de possuir um menor raio de ação e não ser transportado por fontes naturais, o ruído excessivo pode causar diversos danos ao corpo e à qualidade de vida.

O que pode acontecer?

Por ser imperceptível, pode causar prejuízos de longo prazo à saúde. Pessoas que ficam expostas a ruídos muito acima do recomendável, por exemplo, não demoram a apresentar sintomas: os mais frequentes são os auditivos, além de dor de cabeça, irritação, tontura, stress, surdez, agressividade, perda de atenção, concentração e insônia. Um sinal de alerta é a necessidade de aumentar a televisão mesmo quando o volume já perceptivelmente alto, ou a dificuldade de se concentrar em um único som quando há outros por perto.

 Qual o limite de decibéis que o ser humano suporta?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível de ruído recomendável para a audição é de até 50 decibéis (dB). Porém, a partir de 76 dB podem ocorrer problemas à saúde. Após receber uma potência de 100 dB, a pessoa está sujeita a um trauma auditivo que pode acarretar na surdez. Já em 120 dB, lesões do nervo auditivo podem ocorrer, provocando um zumbido constante nos ouvidos, além de tonturas. Ainda mais alto, a 140 dB pode levar a destruição total e o estouro do tímpano.

Como evitar dentro de casa?

A atitude correta para evitar os transtornos causados por ruídos inoportunos é promover o tratamento e isolamento acústico da residência já na fase de construção. Isso pode ser feito com a utilização de janelas no tamanho perfeito para o espaço reservado. Uma boa solução é a utilização de janelas que permitam o isolamento total ou parcial dos ruídos externos. A vedação sonora correta de um ambiente ou mesmo de uma residência inteira pode impedir que o som se propague entre os ambientes, garantindo mais privacidade nos espaços internos. A Weiku oferece uma linha de janelas que reduz o nível de ruído em até 35 dB. A empresa integra a Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (Pro Acústica), que ao lado dos vidros duplos, garantem isolamento acústico de até 35 decibéis, além da proteção térmica. Por isso, o vidro duplo é muito utilizado para tornar possível estar em grandes centros e ter uma noite tranquila de descanso. Outra precaução a ser tomada é a redução do volume dos aparelhos domésticos, como som e TV.

Confira mais em: https://www.youtube.com/watch?v=_pylrQ0ZSM0

Serviço

Weiku do Brasil

0800 645 2644

www.weiku.com.br

Fonte/Foto-reprodução-divulgação: Assessoria de Imprensa 


´VENDER DE SELO DE VERIFICAÇÃO NO INSTAGRAM PODE DAR CADEIA`, AFIRMA ADVOGADA MINEIRA REFERÊNCIA EM CIBERCRIMES

 

Alcançar o selo de verificação no Facebook ou Instagram é o sonho para muitos influenciadores digitais e personalidades da internet. A marca corresponde a um status virtual que dá, não só visibilidade ao perfil, como pode gerar parcerias e acordos comerciais para a pessoa verificada. Diante de tantos benefícios que o selo pode trazer, muitas empresas passaram a oferecer o serviço como um produto a ser adquirido por um valor específico, porém, o que muita gente não sabe é que a venda do status, além de ser uma falsa promessa, pode ser uma prática criminosa.

 

“Os selos são benefícios que as plataformas digitais oferecem aos usuários, e se nem elas os vendem, como alguém pode vender algo que não é seu?” questiona a advogada de Minas Gerais, especialista em cibercrimes, Lorrana Gomes, do escritório L Gomes Advogados. “Não se trata de uma venda, e sim, uma conquista. Uma pessoa ou empresa que pedir um valor em troca desse selo pode estar cometendo crime de estelionato”, alerta.

 

Segundo a especialista, a prática de estelionato tem pena prevista de 1 a 5 anos de reclusão.

 

“O serviço que pode ser oferecido é o de facilitar a obtenção do selo, como criar um perfil relevante na internet, ajudar a construir a imagem, prestar serviços de assessoria e consultoria, entre outros”, completa.

 

Dra. Lorrana Gomes é advogada da empresa de assessoria de imprensa e mídia social MF Press Global, que recebe mais de 200 pedidos mensais de assessoria para obtenção de selo, a maior parte desses clientes já sofreram golpes. A MF Press Global e a Dra Lorrana Gomes alerta para venda de selos, pois é proibido esta oferta assim como garantia de matérias na imprensa.

Fonte/Foto-reprodução-divulgação: Assessoria de Imprensa MF Press Global 


FK GRUPO DÁ CINCO DICAS PARA CONSERVAR A CADEIRA DE TRABALHO

 

Investimento necessário, a escolha da cadeira de escritório precisa necessariamente passar pelo conforto. Ela deve ser bastante acolhedora e, ao mesmo tempo, ter um formato que deixe a coluna ereta. Modelos com regulagem são uma boa opção para ajustar o tamanho conforme a estatura da pessoa que irá utilizá-la. Por isso, a altura do usuário da cadeira em relação à mesa, deve ser levada em conta na hora da escolha do móvel. A dica é optar por um modelo preferencialmente estofado e que se encaixe no contorno da lombar.

No mercado mobiliário, existem diversos modelos de cadeiras para escritório: variados tamanhos, materiais, revestimentos, opções de encosto e apoio de cabeça, opções com e sem braços e com e sem rodízio. Em média, uma cadeira de escritório bem cuidada tem a vida útil de quatro anos, considerando uma jornada de trabalho de oito horas diárias de uma pessoa de até 85 quilos. Porém, seu uso contínuo, a exposição ao sol e poeira, e a má conservação tendem a encurtar sua durabilidade. Por isso, a qualidade da peça é determinante para uma maior vida útil do móvel.

FK Grupo está desde 1985 transformando ambientes corporativos. A Sittz e a F.WAY, duas marcas do Grupo, oferecem produtos que atendem aos mais diversos segmentos corporativos com qualidade, ergonomia e conforto, modernidade e design. Para auxiliar na manutenção e proporcionar uma vida útil ainda maior, o FK Grupo separou algumas dicas de conservação para manter a cadeira de escritório confortável e com funcionamento correto por muito mais tempo.

1. Escolha design aliado à ergonomia e conforto

O cuidado deve começar na compra. É preciso avaliar itens como material e durabilidade da cadeira e o tipo de uso que ela terá. Para suportar utilização prolongada do assento, o móvel deve ter maior densidade de espuma, por exemplo. Neste caso, ela deve ter densidade entre 40 e 50 kg/m3. Também deve-se considerar outros itens como conforto, ergonomia, regulagem, qualidade do produto e design, afinal, as cadeiras de escritório também fazem parte da decoração do ambiente. Uma peça que se encaixa bem nessas exigências é a Time da Sittz, que possui design contemporâneo e elegante, associado à tecnologia e conforto, o que proporciona um maior bem-estar ao usuário.

2. Siga as instruções do fabricante

A qualidade do móvel pode ficar comprometida caso não sejam observadas as instruções de montagem, manuseio, limpeza e armazenamento indicadas pelo fabricante. Verifique as indicações na etiqueta, caixa ou site de quem fabrica a peça. Um dos principais cuidados é manter o estofado longe de umidade excessiva, altas temperaturas, fogo e fagulhas. Pressionar a cadeira com força por um período prolongado em uma pequena área pode promover uma deformação permanente. Isso acontece quando uma espuma já não retornar mais à sua espessura original por uma compressão forçada e contínua.

3. Evite alguns objetos e materiais

Evite utilizar objetos pontiagudos e cortantes próximos à sua cadeira. Também é preciso tomar cuidados com adornos de roupas e canetas, que podem estragá-la ou causar arranhões na estrutura. Evite bater, prensar ou raspar as partes estofadas da cadeira. Nunca utilize secador de cabelo ou ferro de passar no móvel, pois o excesso de calor pode danificar a superfície. Deixe-o secar naturalmente em ambiente arejado sempre.

4. Limpeza

Utilizar o aspirador de pó com cerdas macias na ponta, evitando esfregar o tecido, é a maneira mais indicada para uma limpeza segura da cadeira. Para remover manchas, o ideal é usar um pano de microfibra umedecido levemente com água e detergente neutro, evitando-se encharcar o tecido para não acumular água no móvel. A finalização deve ser feita secando-se a superfície da peça com um pano bem seco, que não solte fiapos. Depois, utilize uma escova para alinhar as fibras.

Para os revestimentos em couro e couro ecológico, existem no mercado alguns produtos especiais que limpam, hidratam e amaciam o material. Certifique-se de aplicá-lo com pano macio e sem utilização de água, para que o couro não desbote ou manche.

Já as partes em plástico injetado, normalmente localizados nos apoios de braço e na base, podem ser limpas com pano úmido e um produto de limpeza multiuso. Após a aplicação do limpador multiuso, passe um pano seco para evitar manchas. Para revitalizar o brilho, pode-se utilizar silicone em gel.

Nas partes cromadas, é indicado que a limpeza diária seja feita com uma flanela seca ou pano macio, para evitar o acúmulo de sujeira e consequente aparecimento de ferrugem. Não utilize esponjas, objetos abrasivos como escovas ou produtos que contenham álcool ou solventes.

Para remover poeira e resíduos de telas e outras partes sensíveis, utilize escova limpa com cerdas macias ou espanador de pó. Em caso de derramar líquido acidentalmente, absorva o excesso com um papel toalha o mais rápido possível. Em seguida remova as manchas com pano de microfibra umedecido com água e detergente neutro, seque com pano bem seco que não solte fiapos e alinhe as fibras com uma escova de cerdas macias.

Para que os rodízios permaneçam deslizando normalmente, é necessário deixá-los sempre limpos. É comum acumularem resíduos como cabelo e poeira do dia a dia, e isso acabar interferindo no desempenho do rodízio. Para evitar que travem, use o aspirador de pó, uma lata de ar comprimido ou algum objeto que consiga alcançar o rodízio para remover a sujeira.

5. Evite exposição ao sol

A exposição prolongada ao sol pode desbotar os tecidos e também alterar a propriedade dos estofados, deixando-os desidratados e ressecados. Para remover germes e ácaros ou mesmo após a limpeza, o indicado é deixar o ambiente onde a cadeira está bem ventilado. É importante que o ambiente de trabalho esteja com uma temperatura próxima aos 25° Celsius (com variação de mais ou menos 5° graus) para garantir a preservação das características físico mecânicas das espumas, por exemplo.

Sobre o FK Grupo

Desde 1985 transformando ambientes corporativos. Qualidade, inovação e tecnologia. O FK Grupo e suas bandeiras oferecem produtos que atendem os mais diversos segmentos corporativos com qualidade, ergonomia e conforto. O grupo conta com uma estrutura fabril de 75.000m² divididos em 5 plantas, tapeçaria de nível internacional além de forte investimento em engenharia, design e qualidade dos processos produtivos.

Serviço

fkgrupo.com

 (14) 3662-9000

Fonte/Foto-reprodução-divulgação: Assessoria de Imprensa - Legenda: Cadeira ING, da Kokuyo, importada com exclusividade pela F.WAY 


FESTIVAL CONCERTOS NA SERRA REÚNE OITO RECITAIS TRANSMITIDOS ONLINE DE IGREJA HISTÓRICA EM JUNDIAÍ

Natureza, história, preservação ambiental, música e artes cênicas. O 1. Festival Concertos na Serra apresenta uma série de recitais de música clássica realizada em clima intimista no interior do espaço centenário da Igreja Santa Clara, construção de 1917 tombada pelo Patrimônio Histórico e que integra o recém-criado Espaço Japi – Cultura e Meio Ambiente, no coração da na Serra do Japi, em Jundiaí, área de proteção ambiental. Este será o cenário de oito apresentações musicais pensadas especialmente para o espaço, que acontecerão em duas semanas, de 11 a 14 e março e de 18 a 21 de março, de quinta a sábado, 20h e domingo, 17h. De graça. Transmissão online e gratuita via Youtube pelo link abaixo - https://www.youtube.com/channel/UCbTCV8eERVkqleDjtYjdgQQ.

 

A ideia de criar no local um espaço cultural, por iniciativa dos atores e diretores teatrais Carla Candiotto e Rodrigo Matheus, vem ao encontro da trajetória de 50 anos da Escola de Música de Jundiaí, representada pela maestrina Claudia Feres, curadora e diretora artística do festival, que assina ainda a direção geral e a concepção. A direção cênica do festival é de Carla Candiotto e a gestão do projeto é do músico e cantor Fábio Vianna Peres, que integra a programação. Completam a equipe de criativos Marco Lima na direção de arte e Wagner Freire na iluminação.

 

“Os gestores do Espaço Japi - Cultura e Meio Ambiente, Carla Candiotto e Rodrigo Matheus, me convidaram para idealizar projetos musicais para o espaço. Comecei a elaborar alguns quando surgiu o Proac Expresso LAB, permitindo que realizássemos o 1º Festival Concertos na Serra em parceria com EMJ”, conta Cláudia. Para dar corpo ao projeto musical, a curadora e diretora artística incluiu na ficha técnica direção cênica, iluminação e direção de arte, respectivamente, Carla Candiotto, Wagner Freire e Marco Lima. “Acredito que estes profissionais irão trazer um olhar para a cena de música de concerto muito diferente do que estamos acostumados. Geralmente temos esses profissionais em óperas, mas não em concertos camerísticos”, comenta Claudia.

 

Cada um dos oito artistas ou grupos convidados ocupará a igreja realizando um recital com 50 minutos de duração, transmitido pelo canal do festival no Youtube. A programação foi escolhida cuidadosamente pela maestrina Claudia Feres. O Festival Concertos na Serra é uma iniciativa de pessoas que dedicam suas vidas intensamente às artes e convidam o público a mergulhar, a partir de suas casas, nesse ambiente cheio de história, sons e natureza em que vai se transformar a Igreja de Santa Clara nessas duas semanas. 

 

Programação camerística

 

A programação abre com a música antiga da Capela Ultramarina, de Fábio Vianna (dia 11 de março), com suas influências portuguesas, com voz e vihuela. Destaque para a participação do ator Roney Facchini na leitura de sonetos e outros versos de Camões entre uma e outra canção interpretada por Fábio. O duo de flauta e violoncelo Bico de Pena, do casal Angelique Camargo e Renato Camargo (12 de março), apresenta obras de autoria do próprio Renato. A viola de orquestra se encontra com a viola caipira na apresentação de Gabriel Marin, violista da Orquestra Sinfônica da USP, e do violeiro Neymar Dias. (dia 13 de março). Para encerrar a primeira semana tem o concerto solo de Heloisa Meirelles (dia 14 de março), violoncelista da OSESP, que foi aluna da EMJ quando criança.

 

A segunda semana do Concertos na Serra será aberta pelo Trio Madera, de cordas, com Mayra Pezzuti, violino; Renato Bandel, viola, e Denise Ferrari, violoncelo, interpretando repertório com música do período clássico. Renato Bandel foi coordenador pedagógico do Festival de Inverno de Campos do Jordão é o chefe do naipe de cordas da Orquestra Municipal de Jundiaí, da qual também fazem parte Mayra e Denise ((dia 18 de março). Representante do barroco está o reverenciado Duo Lanfranchi-Santoro, com a flauta de Livia Lanfranchi e o cravo de Alessandro Santoro (dia 19 de março). O duo Dellarole & Campbell, com o violinista da Orquestra Sinfônica da USP, Pedro Dellarole, e a harpista do Teatro Municipal de São Paulo, a escocesa Jeniffer Campbell toca dia 20 de março. E para fechar o festival, abraçando a Serra do Japi, está a música de raiz do violeiro João Paulo Amaral (dia 21 de março).

 

Curadoria e direção artística

 

Sobre a curadoria e seu critério de seleção, a maestrina Claudia Feres conta que em primeiro lugar pensou em reunir músicos apaixonados pelo que fazem. “Precisava ser uma programação camerística e intimista pela própria arquitetura do espaço, sem descaracterizar a igreja como lugar de reflexão. Muitas igrejas pelo mundo são palcos de concertos exatamente por essa característica.” Seu olhar de curadora buscou o diálogo entre a música erudita e a cultura rural, forte em Jundiaí, especialmente na Serra do Japi. “Todos os artistas convidados tem uma carreira sólida, com trajetórias internacionais e dialogam juntos em favor do prazer em fazer e ouvir música, que é o grande mote da Escola de Música de Jundiaí.”

 

A maestrina Claudia Feres cresceu na Escola de Música de Jundiaí, criada por sua mãe, na garagem de casa, em 1971. Josette Silveira Mello Feres, aluna de Villa-Lobos no Rio de Janeiro nos anos 1950, juntou os filhos, primos e amigos e formou a primeira turma de musicalização. Graduada em Composição e Regência na Unicamp, fez Mestrado em Regência nos Estados Unidos. “Cresci dentro da Escola, tendo aulas, fazendo música de câmara, tocando com os amigos. Com meus 17 anos, comecei a reger a orquestra de crianças da escola, que era regida por minha mãe. Em 2001 voltei para a EMJ assumindo a parte artística de projetos e Orquestra Jovem. Hoje divido meus trabalhos principalmente com a EMJ e a Orquestra Municipal de Jundiaí.” Embora a EMJ tenha hoje um foco para crianças de 8 meses a 12 anos, ela já iniciou importantes músicos que circulam nas principais salas de concertos, como por exemplo a Heloisa Meirelles, violoncelista que estará no festival. A própria Carla Candiotto foi aluna da EMJ.

 

Parceria do teatro com a música


O músico e cantor Fábio Vianna Peres, responsável pela gestão do projeto Concertos na Serra, e uma das atrações do festival, destaca a importância do encontro artístico entre ele, Claudia, Carla e Rodrigo. “A EMJ chega aos seus 50 anos com um espírito de se reinventar e o encontro com o Espaço Japi, recém-criado, proporciona o ambiente ideal para os concertos na Serra, que encontra uma jóia no meio do serra, reunindo pessoas tem sua história ligada a essa região e à arte.”

 

Vianna comenta o reencontro da maestrina com a diretora de teatro, antigas colegas de escola, em Jundiaí. “Houve uma reaproximação das duas por meio da música.” Os caminhos se cruzaram novamente pois Claudia Feres está à frente da Orquestra Municipal de Jundiaí e Carla, diretora da cia de teatro de Jundiaí, está em Jundiaí, onde moram seus pais, desde o começo da quarentena. Vianna acredita que brotarão mais projetos interessantes desta parceria entre criativos da música e do teatro. “De um lado o desejo criativo de músicos e de outro o espírito de realizadores de Carla e Rodrigo. Nosso encontro aconteceu no momento certo e está pegando fogo.”

 

O que vem por aí no Espaço Japi

 

Sobre a programação do Espaço Japi, Rodrigo Matheus adianta que está nos planos apresentar sessões de cinema na parede externa da igreja, ao redor de um jardim de primaveras, além de atividades como cursos, oficinas de fotografia ecológica e de edição de vídeo para redes sociais e palestras, entre outros eventos, inspiradas na questão da preservação do meio ambiente e em temas importantes para a comunidade. “Queremos programar um festival de teatro infantil, temporadas de espetáculos de nossas companhias (a Candiotto Produções e a Circo Mínimo) e de outros grupos. Em cinema, pensamos em realizar ciclos de ciclos de cinema mudo, com Chaplin, Buster Keaton e O Gordo e o Magro. Além de uma série de humoristas britânicos, como Monty Python.” As primeiras peças a serem apresentadas no local serão Simbad, o Navegante e Momo, o Senhor do Tempo, respectivamente, com os grupos de Rodrigo e Carla. Já confirmado na programação está também o festival de peças do grupo de teatro de Jundiaí, o Catarsis.

 

O centro cultural é um conjunto arquitetônico formado pela igreja e pelas instalações da antiga escola EMEB prof. José Flávio Martins Bonilha, ambas de propriedade da associação dos amigos dos Bairros de Santa Clara, Vargem Grande, Caguassú e Paiol Velho, na Serra do Japi, em Jundiaí. O Espaço Japi agrega ao bairro Santa Clara um dimensão cultural e artística que busca valorizar sua importância histórica e ambiental para a região do Aglomerado Urbano de Jundiaí.

 

1. FESTIVAL CONCERTOS NA SERRA - De 11 a 14 e março e de 18 a 21 de março. Espaço Japi - Cultura e Meio Ambiente. Serra do Japi. De quinta a sábado, 20h e domingo, 17h. De graçaTransmissão online e gratuita via Youtube pelo link abaixo -

 https://www.youtube.com/channel/UCbTCV8eERVkqleDjtYjdgQQ.

 

Programação - Março de 2021

 

Quinta-feira, 11/03, 20h – Fábio Vianna Peres, Capela Ultramarina, “Cantar Camões”. Participação do ator Roney Facchini na leitura de sonetos e outros poemas Circulusde Camões entre uma e outra canção interpretada por Fábio.

 

Sexta-feira, 12/03, 20h – Duo Bico de Pena.

Sábado, 13/03, 20h – Gabriel Marin e Neymar Dias.

Domingo, 14/03, 17h – Heloisa Meirelles.

 

Quinta-feira, 18/03, 20h - Trio Madera, cordas.

Sexta-feira, 19/03, 20h - Duo Lanfranchi – Santoro.

Sábado, 20/02, 20h - Duo Della & Campbell

Domingo, 21/03, 17h - João Paulo Amaral.

 

Ficha Técnica

 

Direção Artística e curadoria: Claudia Feres (maestrina). Direção Cênica – Carla Candiotto. Gestão do projeto - Fábio Vianna Peres. Gestão do Espaço Japi - Rodrigo Matheus. Direção de arte - Marco Lima. Iluminação - Wagner Freire. Captação de áudio e sonorização - Uli Schneider, USC Brasil. Captação em video e streaming - Thiago Capella Zanotta, Circulos Operą. Designer gráfica - Juliana Mesquita, Aldeia Hum Design. Fotografia - João Caldas. Comunicação – M. Fernanda Teixeira e Macida Joachim- Arte Plural. Gerenciamento de Redes sociais - Kyra Piscitelli. Produção - Carol Reto.

 

Projeto de Música do Proac Expresso da Lei Aldir Blanc, o 1º Festival Concertos na Serra é uma realização da Escola de Música de Jundiaí - 50 anos e do Espaço Japi - cultura e meio ambiente.

 

PROGRAMAÇÃO DETALHADA DE CONCERTOS


Quinta-feira, 11/03, 20h

Capela Ultramarina - Fábio Vianna Peres, “Cantar Camões"

Participação do ator Roney Facchini na leitura de sonetos e outros poemas de Camões entre uma e outra canção interpretada por Fábio.

 

Programa – Redondilhas de Camões adaptadas a peças originais dos cancioneiros portugueses renascentistas de Paris e Elvas. A ideia é dar uma voz musical à poesia de Camões, fazendo uma um diálogo da poesia falada com a poesia cantada.

 

“Muito Sou meu enemigo”, “Descalça vai pela neve”, “Não sei se m’engana Helena”, “Perguntais-me quem me mata”, “Vi chorar uns claros olhos” , “Minina dos olhos verdes” ,

“Vos senhora, tudo tendes” , “Descalça vai para a fonte” , “Na fonte está Lianor” , “Pastora da Serra” .

 

Capela Ultramarina é o grupo criado em 2000 por Fabio Vianna Peres para pesquisar e interpretar a música renascentista portuguesa. Ao longo de 20 anos de trajetória, se apresentou em diversas formações, tendo como base sempre um conjunto vocal de até três vozes. Em 2019 lançou o álbum “A cantar uma cantiga”, reunindo obras sobre poemas em língua portuguesa provenientes do manuscrito de origem portuguesa do século XVI conhecido como “Cancioneiro de Paris”.

 

“Cantar Camões” é o novo projeto desenvolvido por Fabio para a Capela Ultramarina e é, de certa forma, um desdobramento de “A cantar uma cantiga”. Durante as pesquisas para o álbum foram identificadas algumas peças para as quais existem versos escritos por Luis de Camões, poeta maior da língua portuguesa. A partir dessa relação estabelecida entre a poesia de Camões e a música dos Cancioneiros, criou-se o projeto “Cantar Camões”, onde versos originais do poeta foram adaptados à músicas de alguns cancioneiros portugueses quinhentistas. Este concerto apresenta Fábio Vianna Peres, que canta e se acompanha em instrumentos de cordas dedilhadas antigos – vihuela e viola de cinco ordens.

__________________________________________________

 

Sexta-feira, 12/03, 20h

Duo Bico de Pena

Renato Camargo - flauta e Angelique Camargo - violoncelo

 

Programa:

Renato Camargo - Luz e Sombra

Renato Camargo - Breve Olhar

João Bosco / Aldir Blanc - O Bêbado e a Equilibrista

Renato Camargo - Seu Sorriso

Chico César - Alcaçuz

Jacob do Bandolim - Noites Cariocas

Renato Camargo - Prisma

Pattapio Silva - Zinha

H. Villa-Lobos - Bachianas Brasileiras No. 1 (II - Modinha)

Renato Camargo - Deixe Estar

Edu Lobo / Chico Buarque - Valsa Brasileira

Renato Camargo - Reencontro

 

Com apenas duas linhas musicais - uma flauta e um violoncelo - o DUO BICO DE PENA abraça o desafio de expressar a riqueza da Música Brasileira pelas entrelinhas de suas composições e arranjos. Fundado em 1992, é detentor de vários prêmios e participou de CDs ao lado de artistas renomados como Nelson Ayres e Paulo Belinatti. Tem dois CDs gravados, independentes: "Entrelinhas" - Produzido por Maurício Pereira - e "Suíte das Crianças”. Angelique Camargo - Formada em violoncelo pelo Departamento de Música da ECA-USP, aperfeiçoou-se com Antonio Del Claro, como bolsista da Fundação Vitae e com Roman Mekinulov. Foi integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo por quase quinze anos. Atualmente integra a Orquestra Municipal de Jundiaí, é professora no Instituto Fukuda e na Escola de Música de Jundiaí. Renato Camargo - Formado flautista pelo Departamento de Música da ECA-USP sob orientação de Antonio Carlos Carrasqueira, aperfeiçoou-se em Dijon (França), com Michel Lavignole. Integrou as orquestras Sinfônica Municipal de Santos, Jazz Sinfônica e a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.

__________________________________________________

 

Sábado, 13/03, 20h

Grabriel Marin e Neymar Dias - viola e viola caipira

 

Programa –

 

J. S. Bach (1685 - 1750) - Suite 1 em Sol Maior, BWV 1007 (adaptação para viola e viola caipira de Neymar Dias)

  - Minuetto 1 e 2

  - Courante 

 

J. S. Bach (1685 - 1750) - Suite 2 em Ré menor, BWV 1008 (adaptação para viola e viola caipira de Neymar Dias)

  - Preludio

 

J. S. Bach (1685 - 1750) - Coral da Cantata BWV 147 “Jesus alegria dos homens” (adaptação para viola e viola caipira de Neymar Dias)

 

Neymar Dias - Dueto n. 3 para viola e viola caipira

  

Neymar Dias - Depois da Serra, para viola e viola caipira

 

Neymar Dias - La Valse

 

Neymar Dias - Suite caipira, para viola e viola Caipira

 

H. Villa-Lobos (1887 - 1959) - Bachianas Brasileiras n. 5 (adaptação para duo de viola e viola caipira de Neymar Dias)

  - Aria (Cantilena) e Adagio

 

Neymar Dias - If I could, para viola e viola caipira

 

O Duo promove o encontro de dois dos mais destacados artistas em seus respectivos instrumentos, com Gabriel Marin na viola de arco, instrumento mais comumente encontrado no ambiente da música erudita, e Neymar Dias com sua viola caipira que transita com desenvoltura pelos mais variados estilos musicais. Juntos, os músicos desafiam essas fronteiras imaginárias estabelecidas para seus instrumentos.

 

Gabriel Marin - Natural de Piracicaba, é violista do Quarteto Carlos Gomes e da OSUSP. Estudou na Dinamarca na classe do Prof. Rafael Altino, além de ter ganho bolsa integral da Heinemann Foundation para participar na Suiça do Verbier Festival & Academy. Em seu retorno ao Brasil, foi o primeiro viola solo da OSB por 6 temporadas. É fundador e idealizador do Encontro Campestre de Violas. Atualmente, além do Quarteto e da Orquestra, é Professor de Viola e Coordenador de Música de Câmara no Instituto Baccarelli.

 

Neymar Dias - Autodidata, aprendeu a tocar sozinho viola caipira, guitarra, violão, baixo elétrico, guitarra havaiana e bandolim. Começou a tocar viola caipira com 4 anos de idade. Iniciou a carreira artística ainda criança, com seis anos de idade apresentando-se no programa "Viola minha viola" apresentado por Inezita Barroso na TV Cultura. É autor de uma grande discografia desde 1990. Em 2017, lançou o álbum "Neymar Dias Feels Bach", com obras de J.S.Bach transcritas para a viola caipira. Ao longo da carreira trabalhou com diferentes nomes da música popular brasileira, entre os quais, Inezita Barroso, Tinoco, Monica Salmaso, Ivan Lins, Theo de Barros, Nana Vasconcellos, André Mehmari, e Toninho Ferragutti.

__________________________________________________


Domingo, 14/03, 17h

Heloisa Meireles, violoncelo

 

Programa –

 

J.S. Bach - Suite número 1 21’

 

G. Ligeti - Sonata para violoncelo solo 10’

 

Clovis Pereira - Suíte Macambira 3o mov - Dança 5’

 

F. Mignone- Valsas   

1- Mistério... (Quanto Ameia-a ) 3’50

2- Macunaíma ( A Valsa sem Caráter) 3’50

 

Canção Anônima da Catalunha - Canção dos Pássaros 3’00

 

Concertino do naipe de violoncelos da Osesp desde 1997, Heloísa Torres Meirelles também realiza intenso trabalho camerístico junto a destacados músicos de sua geração. Bacharel em artes pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), estudou sob orientação de Antonio Del Claro e aperfeiçoou-se com David Strange em Londres e François Guye em Genebra. Cursou o Conservatório Nacional de Música de Lyon, na França, obtendo medalha de ouro em violoncelo e música de câmara na classe de Robert Duval. Vencedora de concursos desde os 11 anos, integrou a Orquestra do Pan Pacific Music Camp, na Austrália, e a Orquestra Mundial da Jeunesses Musicalles, apresentando-se na Nova Zelândia, Canadá, Noruega, Alemanha, Holanda e Polônia. Como solista, atuou com orquestras como as sinfônicas de Jundiaí, de Piracicaba, da Unicamp, de Rio Claro, de Ribeirão Preto e com a Osesp.

__________________________________________________

 

Quinta-feira, 18/03, 20h

Trio Madera - cordas

Mayra Pezzutti - violino, Renato Bandel - viola e Denise Ferrari - violoncelo

 

Programa:

 

J. S. Bach (1685 - 1750) - Goldberg Variationen BWV 98

I.            Aria

II.           Var. 1

 

J. Haydn (1732 - 1809) - Divertimento in B-Dur Nr.8

I.            Adagio / Variationen

II.           Menuett

III.          Finale Presto

 

W. A. Mozart (1756-1791) - Divertimento in Es Kv 563

I. Allegro

III. Menuetto

 

M. Reger (1873 - 1916) - Trio Op. 77b

I.            Sostenuto - Allegro agitato

 

P. I. Tchaikovsky (1840 - 1893) - Serenata para cordas op.4

II.           Valsa

 

A. Piazzolla (1921 - 1992) Libertango

 

Formado por instrumentistas integralmente atuantes no cenário musical de São Paulo - capital e interior - o Trio MADERA surgiu durante a pandemia através de alguns projetos de gravações realizados remotamente, onde seus integrantes notaram uma sintonia e interação que poderia possibilitar em apresentações efetivas e presenciais, explorando tanto o repertório original para a formação como um crossover com o repertório popular brasileiro e estrangeiro. O repertório do Trio MADERA se estende desde Bach, Mozart e Beethoven até música brasileira erudita e popular, rock, cinema e temas para datas comemorativas.

 

Mayra Pezzuti, violino - Graduou-se em violino pelo Conservatório Riva del Garda (Itália), aperfeiçoou-se em performance instrumental pela Accademia di Pinerolo (Itália), vencedora do prêmio da Accademia di Salò (Itália), participou como bolsista de importantes festivais nacionais  e internacionais, tais como Festival de Campos do Jordão (Brasil) e Festival Accademia Chiagiana (Itália). Ao longo de seu percurso profissional integrou diversos grupos e formações musicais, tais como Accademia del Teatro alla Scala (Itália), Orquestra do Conservatório de Lugano (Suíça), Academia da Orquestra Sinfônica da USP (Brasil), Orquestra Filarmônica de Goiás (Brasil) e Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo (Brasil). Atualmente é integrante do grupo de tango Três Mundos e membro estável da Orquestra Sinfônica de Jundiaí.

 

Renato Bandel, viola - Nascido em Piracicaba-SP, iniciou seus estudos de música aos seis anos de idade, com sua mãe. Renato é mestre em Música pela Universidade de Artes de Berlim. Aos 20 anos recebeu uma bolsa para estudar na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim. Realizou concertos com a orquestra sob regência de Claudio Abbado, Daniel Barenboim, Seiji Ozawa, Günter Wand, Zubin Mehta, Bernard Haitink, Simon Rattle, Nikolaus Harnoncourt entre outros, em várias cidades europeias. Durante sua estada de sete anos em Berlim, integrou a “Ensemble Oriol Berlin”, realizando concertos na Alemanha, México, Portugal, com renomados solistas internacionais. Atuou também como músico convidado na Orquestra Gulbenkian (Lisboa / Portugal).

 

Renato exerce intensa atividade como camerista e solista. Participa como professor nos mais importantes festivais de música do Brasil, como Campos do Jordão, Curitiba, Poços de Caldas, entre outros.

 

Denise Ferrari, violoncelo - Natural de São Caetano do Sul, iniciou seus estudos musicais aos 6 anos e aos 15 começou a estudar violoncelo. É Bacharel em violoncelo pela Faculdade de Artes “Alcântara Machado” (FAAM) e em 2012 concluiu seu Mestrado em Performance – Violoncelo (Master of Music – “Musik und Kreativität”) pela Musikhochschule Münster (Alemanha).

 

Atualmente ocupa a posição de primeiro violoncelo na Orquestra Sinfônica de Santo André e integra o naipe da Orquestra Orquestra Municipal de Jundiaí. É também professora de violoncelo do Núcleo de Cordas de Barueri e integra o Quarteto de Cordas de Barueri e os grupos camerísticos “Palindrum” , “Quarteto Só Saia” e o espetáculo infantil “Crianceiras – Mário Quintana”.

__________________________________________________

 

Sexta-feira, 19/03, 20h

Duo Lanfranchi - Santoro

Livia Lanfranchi - flauta e Alessandro Santoro - Cravo

 

Programa – a confirmar.

 

O Duo de traverso e cravo com Livia Lanfranchi e Alessandro Santoro foi formado na época de seus estudos na Europa. Já se apresentaram na Holanda, Alemanha, Itália, Espanha e nas séries

is jovem finalista da história da Young Traditional Musician of the Year, do BBC, e venceu o primeiro prêmio do World Harp Festival para menores de quinze anos. Estudou na Purcell Music School em Londres. Foi solista em apresentações no Buckingham Palace, St. Martin-in-the-Fields e House  of Lords. Concluiu o Bacharelado em harpa no Conservatoire de Paris (CNR) onde foi premiada com o primeiro prêmio por sua performance em estudos orquestrais e solo, foi orientadora em Harpa Pedal e harpa celta no Conservatoire de Paris 17eme arrondissement.

__________________________________________________

 

Sábado, 20/03, 20h

Duo Della - Campbell

Pedro Dellarole - violino e Jennifer Campbell - harpa

 

Programa

 

Erik Satie (1866 - 1925) - Gymnopodie no. 1 - harpa solo

Claude Debussy (1862 - 1918) - Beau Soir

Maurice Ravel (1875 - 1937) - Kaddish (de 2 melodias hebraicas)

Camille Saint-Saëns (1835 - 1921) - Fantaisie para violino e harpa. op. 124

 

O duo Della & Campbell traz em seu repertório as vertentes da música contemporânea bem  como obras tradicionais para violino e harpa. Tem como objetivo levar até o público todo primor marcado por refinamento técnico, senso de conjunto, e interpretação estilística sofisticada, além da busca constante por diferentes palhetas de cores sonoras. Pedro Dellarole - Mestre pela Universidade de São Paulo em música, graduado pela Trinity College of London em Performance violinistica. Gravou ao lado de nomes importantes no cenário musical brasileiro. Ocupa-se com a pesquisa e com a grande arte do ensino sem deixar de ser um músico versátil e atuante em diferentes linguagens musicais.

 

Jennifer Campbell - teve suas primeiras aulas de harpa celta aos cinco anos. Foi a mais jovem finalista da história da Young Traditional Musician of the Year, do BBC, e venceu o primeiro prêmio do World Harp Festival para menores de quinze anos. Estudou na Purcell Music School em Londres. Foi solista em apresentações no Buckingham Palace, St. Martin-in-the-Fields e House  of Lords. Concluiu o Bacharelado em harpa no Conservatoire de Paris (CNR) onde foi premiada com o primeiro prêmio por sua performance em estudos orquestrais e solo, foi orientadora em Harpa Pedal e harpa celta no Conservatoire de Paris 17eme arrondissement.

__________________________________________________

 

Domingo, 21/03, 17h

João Paulo Amaral - viola caipira

                                                    

Programa – a confirmar.

 

Pesquisando a viola caipira há mais de vinte anos, e com experiência nacional e em palcos de Portugal, Espanha, México, Inglaterra e Estados Unidos, o músico, pesquisador e compositor João Paulo Amaral se destaca por propor novos caminhos musicais para a centenária viola caipira. Seu contato com a música caipira começou na infância, quando acompanhava seu pai  em cantorias na sua cidade natal, Mogi das Cruzes – SP, e nas viagens ao sul de Minas Gerais. Graduou-se em música popular pela Unicamp, onde estudou violão com Ulisses Rocha. Pós- graduado pela mesma universidade, defendeu o primeiro mestrado em música sobre a viola caipira do país, com pesquisa sobre o lendário violeiro Tião Carreiro, sob orientação do Prof.  José Roberto Zan.

 

Integrou importantes grupos no cenário da viola como Trio Carapiá e Orquestra Filarmônica de Violas, grupo criado e dirigido por Ivan Vilela onde teve contato e aprendizado com este e outros mestres da viola como Vinícius Alves e Messias da Viola, e que desde 2011 está sob sua direção. É professor de viola caipira da EMESP Tom Jobim (desde 2005) e da Faculdade Cantareira (desde 2009), autor do método de viola utilizado pelos professores do projeto Guri e do livro/CD “Viola Caipira - arranjos instrumentais de musicas tradicionais”, vencedor do prêmio Ney Mesquita e com 2a edição relançada em 2019 em formato eBook com vídeos. Em 2010, com seu trio formado por Alberto Luccas (baixo acústico) e Cléber Almeida (bateria e percussão), lançou “Viola Brasileira”, seu primeiro álbum em carreira solo, elogiado pela crítica especializada.

 

Foto/Crédito: Joao Caldas – Legenda: Gabriel Marin e Neymar Dias

 

Fonte: Assessoria de Imprensa



 

VAI VIAJAR EM MEIO À PANDEMIA? ALÉM DA MÁSCARA, CONHEÇA ACESSÓRIOS IMPORTANTES PARA EVITAR TRANSTORNOS PARA A SAÚDE

 

Depois de meses em quarentena, muitas pessoas e empresas estão deixando o isolamento social para retomar suas atividades. Com isso, as viagens a trabalho ou a lazer, aos poucos, voltam a fazer parte do dia a dia de muitas pessoas. Segundo o médico cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, doutor Gustavo Solano, parceiro da SIGVARIS GROUP - empresa suíça líder no mercado de acessórios de compressão graduada -, embora a orientação das autoridades sanitárias seja para que se façam viagens apenas em casos de necessidade, é importante que, se for preciso viajar, a pessoa fique atenta a algumas dicas importantes:

1. Use máscaras de proteção: "o uso da máscara de proteção é fundamental e, se for possível, a pessoa deve utilizar máscaras com espaço para filtros de papel, pois podem ser usadas por mais tempo, já que é possível apenas trocar o filtro", diz o médico. Há no mercado opções de máscaras que, além do espaço para o filtro, contam com tecnologia que inativa a ação do novo coronavírus.

2. Carregar álcool em gel 70%: "o álcool em gel 70% é um poderoso antisséptico, capaz de destruir o novo coronavírus, além de outros vírus e bactérias. O ideal é carregar no bolso e usar antes e depois de tocar em superfícies ou cumprimentar alguém e não for possível lavar as mãos", diz Solano.

3. Use meias de compressão: "se a viagem for de carro ou avião, ficamos inevitavelmente parados muito tempo na mesma posição, o que pode provocar inchaços e a formação de coágulos nas pernas e pés, causando grande desconforto e dores. Por isso, é importante usar meias de viagens, pois são desenvolvidas com tecnologia de compressão graduada para ativar a circulação sanguínea e favorecer o retorno venoso. A sensação é de bem-estar e conforto", explica o médico.

4. Hidratação: "é sempre necessário ingerir líquidos e hidratar o corpo. Portanto, é imprescindível ter água e outras bebidas de maior valor nutricional, como sucos naturais sempre à mão", comenta.

5. Alimentos leves: "assim como a hidratação, é igualmente importante ter alimentos de alto valor nutritivo, a fim de evitar qualquer imprevisto por falta de nutrientes no corpo. Para não dar a chance de congestões e enjoos acontecerem, o recomendado é que sejam alimentos leves, como frutas e barras de cereal", orienta o especialista.

6. Soluções para eventuais enjoos: "seja no automóvel, ônibus, trem ou avião, é comum sintomas de enjoo aparecerem, devido às várias horas sentado na mesma posição. Se esse é o seu caso, consulte seu médico para saber quais medicamentos que combatam o mal-estar possam ser levados com você", finaliza.

Para as viagens longas a SIGVARIS GROUP possui a linha Traveno, feita com a tecnologia Compress Soft, que proporciona conforto e bem-estar durante e após o uso. A linha Traveno pode ser usada antes, durante e depois das viagens.

Além da meia de compressão graduada, a empresa conta com a SIGVARIS CARE, linha de máscaras de proteção feitas com elastano e fios de poliamida AMNI® VIRUS-BAC, que inativa a ação do influenza e do novo coronavírus e elimina bactérias, impedindo que o tecido da máscara seja um meio de propagação de agentes contaminantes. A máscara está disponível em diferentes tamanhos e cores, além de modelos com alças para as orelhas ou fechamento atrás da cabeça. A SIGVARIS CARE conta com bolso interno para a inserção de filtro de papel, permitindo o uso por mais tempo.

Sobre a SIGVARIS GROUP

A SIGVARIS GROUP é uma empresa suíça de capital 100% familiar desde sua fundação e líder de mercado global na produção de meias médicas de compressão graduada, com o objetivo de promover saúde e qualidade de vida às pessoas, prevenir e tratar doenças venosas e proporcionar conforto em todos os momentos da vida. A empresa foi fundada em 1864 na cidade de Winterthur e, por aproximadamente 100 anos, produziu "tecidos emborrachados elásticos", comercializado na Suíça e no Exterior. Entre 1958 e 1960, colaborou com o Dr. Karl Sigg para desenvolver meias médicas de compressão para melhorar a função venosa e aliviar os sintomas venosos. O portfólio de produtos foi ampliado em 2009 quando as linhas esportivas, de viagem e de bem-estar, dedicadas ao consumidor, foram acrescentadas à linha médica. As meias das linhas de viagem e bem-estar proporcionam uma função preventiva e aliviam os primeiros sintomas de problemas nas pernas, enquanto os produtos da linha esportiva apoiam o desempenho dos atletas e seu tempo de recuperação. No mundo, são 1,5 mil funcionários, em fábricas na Suíça, França, Brasil, Polônia e Estados Unidos, bem como subsidiárias integrais na Alemanha, Áustria, Reino Unido, Canadá, China, Austrália, México e Emirados Árabes Unidos, com atendimento a 70 países. No Brasil, são 200 funcionários em sua sede, em Jundiaí.

Outras informações

https://www.sigvaris.group
https://www.sigvaris.com.br
https://www.programasigmais.com.br/#/
https://www.facebook.com/sigvarisgroup.brasil/
https://www.instagram.com/sigvarisgroup.brasil
https://www.linkedin.com/company/sigvarisgroup-brasil
https://www.youtube.com/user/SigvarisBrasil

Fonte: Assessoria de Imprensa