quinta-feira, 5 de novembro de 2020

WALCYR CARRASCO FALA SOBRE VERDADES SECRETAS 2 E REPRISE DE ÊTA MUNDO BOM! EM NOVA ENTREVISTA

 

Revista 29HORAS de novembro já está disponível para retirada gratuita em totens nos aeroportos de Viracopos (Campinas/SP), Santos Dumont (Rio de Janeiro/RJ) e Congonhas (São Paulo/SP). Neste mês, a celebridades em destaque nas capas são, respectivamente, o escritor Walcyr Carrasco, a cantora Adriana Calcanhoto e o chef Rodrigo Oliveira. Veja abaixo um breve resumo sobre cada uma das entrevistas.

Edição Viracopos – Walcyr Carrasco

Walcyr Carrasco está escrevendo a continuação de Verdades Secretas. A novela, exibida entre junho e setembro de 2015 na faixa das 23h se consolidou como um verdadeiro fenômeno e ganhou diversos prêmios importantes da televisão, inclusive internacionais. Agora, a trama caminha para a sua segunda temporada e, diante de uma pandemia, algumas situações podem ser desafiadoras, como cenas de beijos, por exemplo. “Não sei quanto tempo irá durar essa pandemia. Está surgindo uma vacina e, a partir dela, os protocolos irão mudar. Vamos ver o que acontece. É um cenário escuro, mas sei que irei segui-los. Sobre o lançamento, não tenho a menor ideia de datas”, conta.

Carrasco conta que assistiu a reprise de “Êta Mundo Bom!”, exibida no Vale a Pena Ver de Novo entre os meses de abril e setembro deste ano. “Gostei muito, fiquei bem contente. Em algumas cenas, ficava pensando: ‘Será que sou capaz ainda de escrever bem desse jeito?’”, questiona o autor. “A gente se surpreende com o que a gente fez, anos atrás. Espanta-se: ‘Como pude fazer aquilo?’, e me admirava com o resultado dos atores, da direção. Na época da primeira exibição, não tive condição de avaliar, pois ainda estava escrevendo”.

Leia a entrevista completa de Walcyr Carrasco para a 29HORAS clicando NESTE LINK.

Edição Santos Dumont – Adriana Calcanhotto

Cantora, compositora e professora da disciplina “Como Escrever Canções” na Universidade de Coimbra, Portugal, Adriana Calcanhotto, assim como a maioria da população do planeta, viu a sua rotina mudar de maneira brusca após a pandemia. Mas como uma artista nata, ela converteu os longos meses de isolamento em arte e lançou o disco “Só Canções da Quarentena”, que dá forma às angústias, aos medos, desejos e saudades provocados neste período. “Eu era levada pelo impulso das notícias, das emoções provocadas através das telas”, conta. Sobre o processo criativo, Adriana conta que houve muita disciplina, e que o álbum ficou pronto em 43 dias. “Eu acordava, fazia café, vinha para o estúdio aqui de casa e escrevia, era quase um surto. Como se tivesse a missão de fazer pão todos os dias. Mas não sei fazer pães, só sei fazer canções”, comenta.

Em outro trabalho que reflete a humanidade – ou a falta dela – Adriana compôs a faixa “Dois de Junho”, em homenagem ao menino Miguel Otávio, de 5 anos, morto após cair do nono andar de um prédio de luxo em Recife. A canção carrega questionamentos, relembra a tragédia ocorrida com a criança e denuncia o racismo estrutural brasileiro. “Essa canção entra no bloco de músicas da pandemia, não existiria se não estivéssemos vivendo esse momento, fecha o ciclo de composições dessa experiência”, reflete. “No país negro e racista / No coração da América Latina / Na cidade do Recife / Terça-feira, dois de junho de 2020 / 29 graus Celsius, céu claro / Sai pra trabalhar a empregada, mesmo no meio da pandemia / E, por isso, ela leva pela mão Miguel, 5 anos, nome de anjo / Miguel Otávio, primeiro e único / Trinta e cinco metros de voo do nono andar / Cinquenta e nove segundos antes de sua mãe voltar”, diz um trecho da letra.

Leia a entrevista completa de Adriana Calcanhotto para a 29HORAS clicando NESTE LINK.

Edição Congonhas – Rodrigo Oliveira

Ao se ver diante de uma grande crise sanitária que assola restaurantes, bares e baladas de todo o mundo, Rodrigo Oliveira, chef que está à frente do Mocotó, precisou se reinventar e, com maestria, conseguiu expandir o alcance do seu restaurante para a Região Metropolitana de São Paulo. “Quando a pandemia parou tudo, fechamos imediatamente. Foi um baque, tivemos que adaptar toda a nossa operação para um novo modelo de negócio, mas uma semana depois já inauguramos o Mocotó para Viagem, em Guarulhos, uma cozinha exclusiva para entregas. Nos seis meses, de abril até a nossa reabertura, em setembro, o delivery foi a nossa única fonte de receita. Ainda bem que, de certa maneira, já estávamos inconscientemente nos estruturando para esta súbita e inesperada mudança. Graças ao delivery, não foi preciso dispensar ninguém e ainda conseguimos ampliar nosso trabalho com a comunidade onde estamos inseridos”, conta. “Tudo o que eu faço aqui no Mocotó, no fundo, é para reunir as pessoas, e isso praticamente virou crime”, reflete.

Ainda em 2020, ele comemora o fato de que vai inaugurar um novo restaurante e levará a gastronomia brasileira para uma das mais vibrantes capitais gastronômicas do Mundo: Los Angeles. “Nos Estados Unidos, nossa comida será apresentada sem firulas, sem caricatura, sem pirotecnias ou exotismos tipo Carmen Miranda. Não é por aí”, avisa o chef. “Vamos seguir apostando em uma comida bem-feita, saborosa, potente e autêntica. É isso que as pessoas esperam quando vêm aos nossos restaurantes. A experiência vai mudar por causa de protocolos sanitários? Sim, e isso não será um problema, será uma solução. Mas a nossa essência e a nossa raiz não vão mudar. Somos 100% brasileiros, mesmo quando estamos em Los Angeles”, finaliza o chef.

Leia a entrevista completa de Rodrigo Oliveira para a 29HORAS clicando NESTE LINK.

Fonte: Assessoria de Imprensa



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