Em um mês dedicado à campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, a Fundação Laço Rosa desenvolveu o tema em diversos âmbitos.
O início se deu aos braços do monumento ao Cristo Redentor. A cerimônia no Santuário Arquidiocesano do Cristo Redentor recebeu convidados e teve como objetivo celebrar a vida e renovar a fé, além de apresentar Zezé Motta como madrinha da campanha do Outubro Rosa. Durante todo o mês, houve ações como o Bazar Laço Rosa com peças especialmente selecionadas e doadas pela SHEIN, a gravação de uma websérie com oncoinfluenciadoras na Casa Laço Rosa e o lançamento do programa de educação gameficada que vai levar informação sobre câncer de mama para as escolas públicas e privadas do Brasil.
O Bazar Laço Rosa disponibilizou 12.000 peças novas doadas pela Shein para financiar o recente projeto Ponto a Ponto. Nos dias 14, 15 e 16 de outubro mais de 450 mil reais foram arrecadados para o projeto de moda, costura e consciência circular da Laço Rosa, com início previsto para 2023. O valor angariado do Bazar irá contribuir para programa de capacitação profissional de pessoas impactadas pelo câncer de mama e moradores de áreas vulneráveis com formação na área da moda e olhar para a cadeia circular.
“Algumas peças serão reutilizadas para o ensino dos alunos do programa, que no espaço de seis meses a um ano apresentam uma nova coleção para uma paciente com câncer de mama. É um novo olhar para a cadeia de geração de renda através da moda e da empatia”, afirma a presidente da Fundação Laço Rosa, Marcelle Medeiros.
Números de 2022
Enquanto o holofote está na detecção precoce com dados do INCA estimando 60.000 novos casos de câncer de mama para o triênio 2019-2021, pesquisas como a do ICESP realizada com 12.569 pacientes atendidas entre 2009 e 2020 mostram um aumento na faixa etária mais jovem. Enquanto em 2009 o percentual era de 7,9% dos atendimentos, em 2020 esse número pulou para 21,8% das mulheres.
“O número ainda é baixo comparado aos dados globais e ao universo do câncer de mama em geral, porém é inegável que mais pesquisas para mulheres abaixo dos 35 anos precisam acontecer, assim como o debate de pautas específicas desse universo incluindo emprego, fertilidade e sexo nas temáticas (...) Não podemos esquecer dos dados apresentados em uma pesquisa realizada pela Americas Health Foundation que concluiu que a pandemia atrasou os atendimentos ou tratamentos de câncer de mama e inúmeros casos chegarão ao sistema de saúde já em estágios avançados”, alerta a presidente da Fundação.
A Fundação Laço Rosa trabalha incessantemente durante o ano para ampliar o seu impacto e fazer a sua parte para diminuir as barreiras de acesso ao diagnóstico e tratamento com tecnologias acessíveis como é o caso da Navegação de Pacientes.
Neste ano, a arrecadação financeira da instituição chegou mais perto do milhão, foram R$720 mil reais arrecadados com doações de pessoas físicas, marcas e patrocínios. Somente o Bazar Laço Rosa by Shein foi responsável por R$ 450 mil que serão investidos no novo programa de moda e economia circular com previsão de início em 2023.
No mês de outubro, o lançamento do projeto B.A.S.E nas escolas do Rio e em São Paulo foi outro ponto marcante dando início aos trabalhos em escolas para alunos a partir de 11 anos. O teste do projeto foi realizado em três escolas com impacto positivo de 120 alunos. “Agora vamos calibrar o material e expandir o projeto para as parcerias público e privada”, acrescenta Marcelle Medeiros.
O apoio ao projeto Marque Esse Gol levou mais 1000 mamografias gratuitas no eixo Rio -São Paulo, onde os dados estão registrados para formulação de artigo científico e para estudo de Navegação de Pacientes.
Em 2020 a Navegação de Pacientes agrupava 788 pessoas e inspirou a Lei federal de Navegação de Pacientes. “Neste ano vamos navegar as pacientes que realizaram mamografia no caminhão. Até agora a contagem já passou de 1000 mulheres”, adiciona a presidente da Fundação.
Todas as parcerias devem ser comemoradas. Junto a Casa Paliativa e a Vila Infinita, 10 mulheres em cuidados paliativos vivenciaram um final de semana para carregar as baterias no interior de SP.
Futuro Rosa
Agora o trabalho da Fundação continua para além dos eventos do mês de outubro. “Avançamos mais um ano no compromisso de conscientização dessa doença que atinge mais de 60 mil mulheres por ano somente no Brasil. No estado do Rio conseguimos a sanção da nova lei de Doações de cabelos que beneficiará mulheres que precisam desse apoio. Estamos trabalhando para ser uma realidade em todo o Brasil porque onde não há limites definidos, há espaço para a solidariedade alheia ser usada com fins comerciais e isso impacta diretamente quem muitas vezes não pode se defender, o paciente”, explica a presidente da Fundação.
Para garantir que iniciativas como as que foram realizadas em outubro sigam o ano inteiro, a Laço Rosa lança o seu e-commerce em parceria com dois grandes especialistas da área. Os novos nomes são Celso Cândido, empreendedor com background de startups, mentor, estrategista e especialista em negócios, produtos e campanhas digitais que alavancam pequenas empresas e fortalecem grandes marcas e João Rios, investidor, empresário que já dirigiu mais de 40 negócios no Brasil, Estados Unidos e Europa em diversos segmentos, que também é mentor de mais de mil empreendedores e responsável pela estruturação de alguns dos grandes e-commerce do país. O novo projeto da Laço Rosa é um espaço para venda de produtos doados por marcas apoiadoras. A expectativa de faturamento com o novo canal de geração de recursos é de até 3 milhões até 2024. O início do programa será a Live Shop programada para o dia 20 de novembro com artigos de marcas que doaram em edições passadas de Bazares da Laço Rosa.
Fonte/Foto-divulgação: Assessoria de Imprensa - Legenda: Oncoinfluenciadoras da Casa Laço Rosa

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