O termo “escrevivência” é utilizado para falar sobre a literatura que é realizada a partir das próprias vivências de quem a escreve. Recebemos Geovani Martins, nascido em Bangu e cria do Vidigal, que traz para sua poesia a prática rolezeira e as histórias da sua infância e adolescência nos contos do livro "O sol na cabeça". Em setembro, lançou "Via Ápia", seu primeiro romance ficcional centrado no impacto da instalação das UPPs na Rocinha na vida de cinco jovens moradores da favela.
A atividade faz parte do projeto educativo do MHC. A função do educativo é a de mobilizar o público com informações diferenciadas de acordo com sua faixa etária e possibilitar a vivência de uma prática cultural através da experimentação.
O projeto educativo do MHC é realizado pela Romano Produções e tem o patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização Associação dos Amigos do Museu Histórico da Cidade (A|MHC).
Sobre:
GEOVANI MARTINS nasceu em 1991, em Bangu, no Rio de Janeiro. Trabalhou como "homem-placa", atendente de lanchonete e de barraca de praia. Em 2013 e 2015, participou das oficinas da Festa Literária das Periferias, a Flup. Publicou alguns de seus contos na revista Setor X e foi convidado duas vezes para a programação paralela da Flip. Seu primeiro livro, a coletânea de contos O sol na cabeça (Companhia das Letras, 2018), está sendo adaptado como série e ganhou edições em dez territórios, por casas prestigiosas como Farrar, Straus and Giroux, Faber & Faber, Gallimard, Suhrkamp e e Mondadori. (https://www.
Serviço: Escrevivências de um rolezeiro, com Geovani Martins
Data: 10/12, sábado, às 11h
Local: Museu Histórico da Cidade
Endereço: Estrada Santa Marinha, s/nº- Gávea
Evento gratuito.
Foto/Crédito: Reprodução/Instagram
Fonte: Assessoria de Imprensa RoMa Comunicação

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