segunda-feira, 8 de outubro de 2018

NA BAHIA, COLÉGIO PERFIL INOVA AO INCLUIR EDUCAÇÃO DIGITAL ENTRE AS DISCIPLINAS



Uma das principais inovações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é que a educação no Brasil passa a ter uma concepção integral. Na prática, contempla todas as dimensões do desenvolvimento humano – da parte cognitiva (acadêmica e intelectual) às dimensões física, social, cultural e emocional. Para desenvolver todas os aspectos do conhecimento, o currículo brasileiro passa a ter por foco o desenvolvimento do conhecimento, habilidades e atitudes. Mais do que o conteúdo, os educadores têm que capacitar os alunos para utilizar o conhecimento; ter habilidades para aplicá-lo; e atitudes positivas para que essas habilidades resultem em preparo para a vida no século XXI. Na Bahia, o Colégio Perfil sai na frente e inova ao incluir a Educação Digital entre as disciplinas.
A escola baiana adotou o Geekie One, plataforma de educação personalizada que oferece conteúdo integrado a dinâmicas inovadoras e canais multimídia que apoiam uma aprendizagem mais significativa. Parte do conteúdo de uma iniciativa educacional inédita, a Educação Digital tem a finalidade é auxiliar jovens, do 6ano do Ensino Fundamental II até o 3ano do Ensino Médio, a lidar com as oportunidades, os riscos e os desafios de estarem conectados. Esse conteúdo está associado às demandas educacionais atuais, como demonstra a pesquisa da TIC Kids Online.
Quando desafiados a julgar as próprias habilidades na internet, 76% dos jovens brasileiros acreditam saberem mais do que os pais; 71% afirmam conhecer muito sobre como usar a rede. No entanto, da teoria à prática, 30% dos jovens admitem que não sabem verificar se uma informação na internet está correta. Um outro dado relevante é que os nativos digitais não associam a tecnologia à inovação, como as gerações anteriores o fazem. Enxergam a tecnologia como parte natural do mundo em que vivem – embora essa naturalidade não signifique destreza ou domínio pleno, sobretudo no que diz respeito à interação entre o mundo online e offline.
Nesse cenário, o Colégio Perfil passou a preparar as novas gerações de brasileiros para lidar com a complexidade da “vida digital”. Habilidades como argumentação, empatia, pensamento crítico e autorreflexão são parte importante desse conteúdo.
Celular como instrumento pedagógico
Professora e orientadora, Fabiana Maynart destaca o envolvimento dos alunos na Educação Digital e a reflexão contínua sobre a presença da tecnologia em todos os aspectos cotidianos. Segundo Fabiana, a disciplina funciona como norteadora do aluno diante de um cenário tecnológico desafiador, mesmo para os nativos digitais. “Eu leciono a disciplina de Educação Socioemocional, além da Digital, e tenho visto que os desafios são bem aceitos tanto por educadores, quanto por alunos; esses conteúdos são fundamentais para nos tirarem da caixinha e para tornar a sala de aula um laboratório de aprendizagem. A troca com os alunos é muito rica e vemos, em cada aula, o aprendizado colaborativo acontecer “, detalha a professora, acrescentando que as rotinas e dinâmicas de aula – Tech Café Como lidar – estimulam o debate, desenvolvem a empatia e o espírito de liderança.
Um outro aspecto ressaltado pela orientadora é que a disciplina de Educação Digital – e as respectivas rotinas – contribuem para o desenvolvimento dos alunos com as demais disciplinas. “Essa contribuição acontece quando os alunos entendem que precisam gerir o manuseio dos dispositivos como celulares, tablets chromes. Ou seja, esses equipamentos que eram vistos apenas como entretenimento passam a ter um novo significado que demanda uma postura mais consciente. A disciplina de Educação Digital desenvolve exatamente essa nova forma de lidar, além de orientar o aluno para as novas tendências do mundo do aprendizado alinhado à tecnologia”, salienta Fabiana.
Muito além da formação para vestibulares e ENEM, a coordenadora-geral do colégio Perfil, Zeila Fonseca, fala sobre a preocupação em investir e assegurar que os alunos tenham uma educação integral, como prega a BNCC – que contempla os aspectos do desenvolvimento humano, engajamento social, aspectos intrapessoais e interpessoais. “Um dos pontos de atenção é a Revolução Digital, um tempo em as informações sem filtros bombardeiam os jovens, que são esponjas naturais. Eles absorvem tudo e correm o risco de terem a personalidade, inclusive, deformada. Temos clareza sobre a importância de, nesse momento, atuar com uma educação que dê suporte para que nossos alunos transitem com segurança nesse mundo digital. Sabemos que o futuro é agora!’, afirma, acrescentando que o Perfil tem buscado parcerias com Google, IEB, Geekie, Sistemas de Ensino, Escola da Inteligência, Nave a Vela, projetos sociais e vivências que compartilham e fidelizam a crença em experiências positivas; iniciativas que oferecem respaldo à formação efetiva, contemporânea e realista.
No Colégio Perfil, a Geekie trouxe com a disciplina de Educação Digital conteúdos de empreendedorismo pessoal que auxiliam toda a comunidade escolar. Os pais, que se preocupam com as rápidas mudanças e demandas do século XXI, aprovaram o Geekie One. “A desinformação está presente no cotidiano dos pais que não conseguem auxiliar os filhos nesse novo ambiente digital. Apresentamos a solução da plataforma e eles ficaram bastante satisfeitos”, afirma Zeila.
A aluna Elisa Meyrigne, 15 anos, também aprovou a novidade. “A Educação Digital é algo muito para todos; até o ano passado eu nunca tinha pensado em usar o celular como material didático! Com a plataforma, as pessoas podem ter novas visões sobre o uso das redes sociais e internet; como se comportar na sala de aula; e o uso adequado do celular. Em um mundo cada vez mais conectado – com o uso da internet em empresas, hospitais, em tudo – é importante que também esteja na escola”, conta.
Educação digital como instrumento pedagógico 
Segundo Claudio Sassaki, mestre em Educação pela Universidade de Stanford e cofundador da Geekie – empresa brasileira que se tornou referência em educação com apoio de tecnologia – a Educação Digital é uma das formas mais eficientes para combater distorções e uso equivocado das redes sociais e de aplicativos como WhatsApp. Capacitar o aluno para ter senso crítico diante de qualquer informação disponível. Saber o que compartilhar, como agir e se algo é de fato útil para a construção do próprio aprendizado – e da coletividade. A falta dessa reflexão é parte de um movimento que tem gerado conflito e segregação de opiniões na rede.
Na percepção do especialista, educar para a cidadania digital vai além da disseminação da compreensão de conceitos como pegadas digitais, por exemplo. “O aluno tem que ser preparado para ver e compreender a relevância desse conhecimento, entender como as pegadas digitais influenciam na forma como ele será visto na internet; como a reputação online pode influenciar a busca de um emprego ou vaga acadêmica, no futuro. Esse aprendizado envolve disponibilizar insumos para o alcance da cidadania, ou seja, uma aprendizagem significativa e que é muito relevante para o cotidiano desse estudante”, avalia Sassaki.
Na Geekie, a Educação Digital está pautada no tripé oportunidades, riscos e desafios que o mundo digital proporciona. A condução ocorre dentro de um processo de aprendizagem significativa que leva para a sala de aula casos reais e próximos da vida de cada estudante. Com metodologias ativas, abre-se espaço para discussões sobre fatos reais – casos que agregam valor não apenas ao que é aprendido, mas que impulsionam o protagonismo e aprendizagem colaborativa dentro da sala de aula.
Como resultado, torna-se possível desenvolver competências bastante relevantes na formação de estudantes, alinhadas inclusive à BNCC. “O aluno exercita, na sala de aula, a empatia, diálogo, desenvolvimento do pensamento crítico, cooperação e capacidade de resolução de problemas. Essa capacitação tem um potencial incrível que formar cidadãos com escuta ativa e sensibilidade para as questões coletivas”, ressalta Sassaki.
Educação Digital, modo de usar
Preparar os alunos para desbravar desafios ainda não conhecidos para lidar com tecnologias que ainda não foram criadas e para que possam exercer profissões que, talvez, ainda serão inventadas. De acordo com a Dell Technologies, 85% das profissões que teremos em 2030 ainda não existem. Em paralelo, o educador precisa provocar o diálogo, o olhar crítico e assumir o compromisso do desenvolvimento de uma cidadania que se dá, também, no ambiente digital.
Segundo Leandro Carabet, Designer Pedagógico da Geekie, a Educação Digital está apoiada em unidades temáticas: identidade online(os alunos analisam de que modo as pessoas assumem e constroem a própria identidade e reputação na internet, refletindo os impactos no presente e futuro); tecnologia e bem-estar(conteúdo sobre possíveis interferências da tecnologia na saúde física e psicológica e estimula o aluno a desenvolver hábitos mais saudáveis de uso da tecnologia); segurança e privacidade(capacitar para identificar as ameaças na internet às informações pessoais e aprender a desenvolver estratégias e hábitos para reverter a ingenuidade); cidadania digital(os alunos discutem os principais dilemas éticos da rede, refletindo sobre direitos, responsabilidades e crimes); comunicação digital e relacionamentos(os alunos estabelecem um paralelo entre a comunicação online e off-line para refletirem sobre o diálogo e envolvimento das pessoas na rede); e cultura digital(discutem sobre as principais tendências e atualidades da internet e de comportamento no ambiente digital, bem como suas implicações sociais).
Cada uma das unidades é trabalhada ao longo dos anos escolares de forma espiral e tratadas em diferentes contextos e situações – progressivamente, dos mais complexos e reflexivos modos. A proposta estimula o diálogo aberto para tratar de assuntos como perfil online; construção da autoimagem na rede; contas seguras e sites confiáveis; limites da privacidade online (assédio); publicidade no digital; história da internet; comunicação face a face e comunicação online; vício em tecnologia; impacto da tecnologia na saúde; cyberbulling; denúncia e comunidades de apoio – são exemplos dos temas abordados com os alunos do 9ano. Na 1série do Ensino Médio, o conteúdo programático versa sobre cultura digital; identidade online; perfis fakes e anonimato; notícias fake; estratégias de busca e avaliação das fontes; navegação segura; linguagens; preconceito, intolerância e discurso de ódio online; games; realidade virtual; foco, distrações e phubbing; tecnologia e ansiedade; conteúdo adulto: exposição e riscos; e limites da privacidade online: nudes, por exemplo.
Para o 2e 3anos, os temas são mais complexos como marco civil e direitos online; limites da privacidade online: hackers; pirataria; cultura do remix; direitos autorais; relacionamentos amorosos online e sexting; comunicação profissional online (email, entrevistas, redes sociais); transações financeiras; big data; crimes online; inteligência artificial; entre outros.
“Soma-se a um conteúdo relevante, a participação ativa dos alunos. Não se trata de uma transmissão, mas do ensino com o objetivo de compreensão. Cada aula tem um aprendizado e começa com uma lista de objetivos a serem atingidos; ao final, um feedback dos alunos sobre o nível de entendimento”, afirma. Como exemplo, no conteúdo sobre fake news e pós-verdade, a expectativa de aprendizagem acordada por professor e alunos é compreender o significado e as consequências da disseminação das notícias falsas na internet para a sociedade; desenvolver um pensamento crítico sobre as informações disseminadas em redes sociais a fim de detectar conteúdos dúbios ou enganosos: e conhecer mecanismos e projetos que têm sido criados para combater a disseminação de conteúdo falso. “O importante não é somente assimilar o conteúdo, como saber lidar com ele em um contexto de vivência prática”, explica Carabet, acrescentando que a metodologia é inspirada no Project Zero – codirigido pelo professor Howard Gardner, da Universidade de Harvard.
Segundo Claudio Sassaki, a metodologia do Project Zero é inspiradora. Com um grupo multidisciplinar, Gardner pesquisa há mais de 30 anos processos de aprendizagem de adultos e crianças na busca de criar formas mais abrangentes e efetivas de educação. “Como resultado, uma metodologia que relaciona inteligências, compreensão e ensino – o ensino para a compreensão. Quem compreende pode pensar, agir e sentir a partir do que aprendeu”, afirma acrescentando que “abraçando as individualidades do estudante, podemos alcançar aprendizados significativos e contribuir para a formação de um jovem preparado para os desafios do futuro.”
Sobre
Colégio Perfil
No Colégio Perfil, a qualidade é uma característica particular da instituição. Os conteúdos formais são transmitidos e as habilidades individuais e coletivas dos estudantes são desenvolvidas por meio de aulas interdisciplinares e de uma educação que vai além da sala de aula – o que é fundamental para auxiliar na contextualização do sistema educacional dando significado ao aprendizado, tornando-o efetivo, prazeroso e com resultados positivos.
O Colégio Perfil valoriza a capacitação dos profissionais e a opinião dos alunos, dos pais ou responsáveis, para construir uma parceria e compromisso por parte do estudante e da família. proposta educacional foi traçada com base em práticas pedagógicas sólidas orientadas por uma conceituada equipe de coordenadores e professores por meio de aulas dinâmicas, de um conteúdo moderno e atual, e por de projetos interdisciplinares que, além de ensinarem, contemplam a arte, a cultura e o esporte. Ao longo de 32 anos de história no âmbito educacional, sempre pautou a atuação pela qualidade dos serviços. Esta característica é fundamentada em cinco importantes pilares: excelência no atendimento aos estudantes e a família, firmando a parceria e o relacionamento entre o Colégio e os familiares envolvidos, priorizando o melhor para os alunos; professores modernos, atualizados e em sintonia com a proposta do Colégio; material didático atual e de alta qualidade, com o suporte de um portal completo e avaliações nacionais; disciplina, garantindo aos alunos o foco nos estudos e nas diversas atividades do Colégio; projetos Pedagógicos Interdisciplinares, nos quais os alunos contextualizam os conteúdos trabalhados em sala e podem desempenhar na prática o aprendizado adquirido durante as aulas.
Estes diferenciais, aliados aos valores humanos e aos recursos tecnológicos e inovadores, garantem a competência pedagógica com o objetivo fundamental de oferecer aos estudantes uma educação completa, atual e crítica, atenta à construção de conhecimentos necessários para que os nossos alunos conquistem um futuro brilhante.
GEEKIE
Referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo, a Geekie foi fundada em 2011 – pelos empreendedores Claudio Sassaki e Eduardo Bontempo – com a missão de transformar a educação do país. Nos últimos seis anos, a empresa tem desenvolvido soluções inovadoras que potencializam a aprendizagem. Com foco no Ensino Médio e Fundamental II, a empresa alia tecnologia de ponta a metodologias pedagógicas inovadoras. Única plataforma brasileira de ensino adaptativo credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) para o Guia de Tecnologias Educacionais – que identifica soluções tecnológicas capazes de melhorar a qualidade do ensino brasileiro – em sua trajetória a Geekie alcançou mais de 5 mil escolas públicas e privadas de todo país, impactando cerca de 10 milhões de estudantes. Como parte do programa Hora do ENEM, em 2016, atingiu o propósito de levar educação de qualidade para 4,5 milhões de alunos, chegando a 98% dos Estados brasileiros.
A empresa ganhou reconhecimento pelo desenvolvimento de três soluções pioneiras em seus respectivos segmentos: Geekie Teste, ferramenta de avaliação externa que auxilia a tomada de decisões pedagógicas e na eficiência do ensino, gerando informações sobre o desenvolvimento cognitivo de cada aluno; Geekie Lab, plataforma de apoio ao professor, que oferece videoaulas, resumos e exercícios para complementar o conteúdo de sala de aula e traçar trilhas de aprendizagem personalizadas para cada aluno; e Geekie Games, aplicativo de preparação para o Enem e vestibulares.
Em 2018, a Geekie oficialmente lançou o Geekie One– sua mais completa iniciativa. A solução foi criada a partir de uma visão amadurecida da personalização da educação, construída nos últimos seis anos da empresa; da troca com centenas escolas e observação dos padrões de estudo de milhões de estudantes brasileiros. A mais nova iniciativa da Geekie ocupa um papel central na escola ao aliar um conteúdo completo que substitui o material didático a funcionalidades e metodologias que potencializam a aprendizagem. Já no ano de lançamento, o Geekie One está presente em 15 escolas referência no Brasil – instituições de perfis distintos e complementares como Colégio Mater Dei, Colégio Santo Ivo, Colégio Fator e Colégio Koelle.
Entre as certificações mais relevantes, a empresa destaca: WISE 2016 (Qatar Foundation), TOP Educação (Revista Educação, categoria software educacional mais lembrado do mercado), Empreendedor Social Brasil (Folha de São Paulo e Fundação Schwab), Empreendedor Social Mundial (Fundação Schwab), Trip Transformadores e Empresas Mais Conscientes (Revista IstoÉ) – além de compor a rede global de empreendedores Endeavor. A Geekie conta com também com investidores de tradição na área educacional como família Gradin (por meio do fundo Virtuose), Fundação Lemann, Jorge Paulo Lemann (por meio do Fundo Gera), SAS - Plataforma de educação, além dos fundos americano Omidyar Network e japonês Mitsui & Co.  www.geekie.com.br
 Fonte: Assessoria de Imprensa

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