domingo, 17 de julho de 2022

COM GABRIEL LEONE MEU ÁLBUM DE AMORES, NOVO FILME DE RAFAEL GOMES, ESTREIA NOS CINEMAS DIA 18 DE AGOSTO

 


QUANTOS AMORES DA VIDA CABEM EM UMA VIDA? Combinando elementos românticos e muita música, MEU ÁLBUM DE AMORES é o novo filme de Rafael Gomes (“Música para Morrer de Amor” e “45 Dias sem Você”), que chega aos cinemas no dia 18 de agosto. O longa é protagonizado por um dentista cuja vida parece estar toda no lugar, até que, prestes a se casar, a mulher com quem namora há 5 anos resolve se separar dele. Na mesma época, descobre que seu verdadeiro pai é um cantor de sucesso dos anos de 1970, que acabou de morrer, deixando uma herança e um meio-irmão que ele desconhecia – e que é em tudo diferente do protagonista. A produção é assinada pela Biônica Filmes, e a distribuição é da Pandora Filmes.

Gomes, que assina o roteiro com Luna Grimberg e Vinicius Calderoni, define o longa como “uma comédia romântica que busca algumas profundidades, assim como as músicas de amor”, e conta que as origens do projeto estão “na vontade de fazer um romance com canções originais e compostas para a trama”. 

Júlio é interpretado por Gabriel Leone, que também faz Odilon Ricardo, seu pai biológico, cuja existência ele desconhecia, e que morreu há pouco. Ele é procurado por Felipe (Felipe Frazão), um meio-irmão, e fica sabendo que o pai lhes deixou uma casa. A jornada de autodescoberta do protagonista começa aqui, em busca de um novo amor, e de reestruturar sua identidade a partir dessa revelação e da convivência com o novo irmão.

Como Odilon Ricardo, Leone protagoniza diversos números musicais, bem ao estilo da música popular dita ‘brega’, ao qual o longa homenageia, com letras sentimentais e descontraídas, que falam dos amores do personagem. “Ele é um ator muito, muito cheio de recursos. E, além de tudo, um enorme conhecedor de música e de referências e iconografias de todo o tipo. Então colocá-lo em um papel duplo como são estes do filme, e até pelo tom e pela natureza da trama, não é algo que requer investigações exaustivas. Foi uma questão de elencarmos as peças à disposição e irmos fazendo escolhas para montar o quebra-cabeças.” Para a criação do personagem, o ator contou com a colaboração de Fabricio Licursi, que, além de preparar o elenco, também foi responsável pelas coreografias.

As músicas, por sua vez, nasceram de uma parceria inusitada formada por Odair José, que compôs as canções, e Arnaldo Antunes, responsável pelas letras. Gomes já conhecia Arnaldo por conta de um clipe, que assinou em 2009. “Conforme o tempo passou e o projeto avançou, o Marcus Preto e o Pupillo assumiram a direção musical do filme, e veio do Marcus a ideia de envolver o Odair José na criação - já que o Odair é o próprio artista expoente do gênero que queríamos homenagear. Assim, pra nossa sorte, nasceu essa parceria inédita entre Arnaldo e Odair.”

Os números musicais de Odilon Ricardo são, também, um show à parte em MEU ÁLBUM DE AMORES. Leone gravou as músicas previamente, e depois dublava a si mesmo em cena - exceto na música “Escutar a sua voz”, um dueto inédito com Laila Garin, em que ambos cantam em cena, ao vivo. “Visualmente, a ideia era aludir à estética dos clipes dos anos 70 (e as referências são várias, de ‘Wuthering Heights’, da Kate Bush, a ‘Detalhes’ e ‘Eu quero apenas’, do Roberto Carlos), deixando bastante explícita à citação, mas ao mesmo tempo quebrar a ilusão, ou seja, propor um jogo com o fato de que aquilo tudo era um cenário e uma simulação. Nesse sentido, assumindo uma espécie de ‘teatro’ dentro do filme.”

MEU ÁLBUM DE AMORES encerra a Trilogia dos Corações Sentimentais, composta pelos dois longas anteriores do diretor, ‘45 dias sem você’ (2018) e ‘Música para morrer de amor’ (2019). Os três filmes abordam personagens entre os 20 e os 30 anos, em parte ou inteiramente identificados com a comunidade LGBTQIA+, vivendo em ambientação urbana, às voltas com questões amorosas, e com suas educações emocionais influenciadas por manifestações artísticas (notavelmente a música). Além de contarem com diversos atores e atrizes recorrentes entre as três produções.

Eu não desejo fazer um filme que seja óbvio, na medida em que sempre vou aspirar a oferecer ao espectador uma experiência que eu gostaria de ter - ou seja, de uma trama que o comova e surpreenda. Mas, por outro lado, tratar daquilo que tomamos como "óbvio", ou encarar os clichês como parte da experiência, é algo que me interessa na construção de dramaturgia e nestes três filmes em especial. Como se a questão fosse: o que fazemos daquilo que os clichês fazem da gente? Ou, posto de outra forma: com quantos clichês se faz uma sentimentalidade?

O elenco de MEU ÁLBUM DE AMORES ainda inclui Maria Luisa Mendonça, Olivia Torres, Carla Salle, Clarice Abujamra, Regina Braga, Bella Camero, Lorena Comparato, Mayara Constantino e Ícaro Silva. A equipe artística do longa conta com Jacob Solitrenick, na direção de fotografia; Glauce Queiroz, como diretora de arte; e a produção é de Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho.

Sinopse

Júlio é um jovem dentista careta e conservador. Após ser abandonado pela namorada de muitos anos, recebe a notícia de que é filho de Odilon Ricardo, um popular e mulherengo cantor dos anos 70. E conhece também um meio-irmão em tudo diferente de si, com quem nunca conviveu. A convivência com estes novos afetos e sentimentos fará Júlio repensar suas aspirações românticas e descobrir quantos amores da vida cabem em uma vida.

Ficha Técnica

Direção: Rafael Gomes

Roteiro: Luna Grimberg, Rafael Gomes e Vinicius Calderoni

Elenco:

Gabriel Leone, Felipe Frazão, Carla Salle, Olivia Torres, Maria Luisa Mendonça, Clarice Abujamra, Regina Braga, Laila Garin, Bella Camero, Lorena Comparato, Mayara Constantino, Ícaro Silva.

Músicas Originais: Odair José e Arnaldo Antunes.

Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho

Produção Executiva: Bianca Villar

Direção de Fotografia: Jacob Solitrenick

Direção de arte: Glauce Queiroz

Figurino: Yuri Kobayashi

Maquiagem: Gabriela Guimarães

Sobre

Rafael Gomes

Atua há quase duas décadas como roteirista, dramaturgo e diretor de cinema, televisão e teatro. Foi um dos criadores de “Tapa Na Pantera”, fenômeno de público na internet, com dezenas de milhões de visualizações. Como roteirista, assinou os filmes “De Onde Eu Te Vejo” (2016) e “45 do Segundo Tempo” (2022). Em 2019, lançou “45 Dias Sem Você”, seu primeiro longa-metragem, filmado em cinco diferentes países. Em 2020, foi a vez do segundo longa, o drama romântico “Música para morrer de amor”. Criou, roteirizou e dirigiu a premiada série infanto-juvenil “Tudo O Que É Sólido Pode Derreter” (2009), colaborou nas séries “Família Imperial” (2012) e “Louco Por Elas” (2012-2013), e foi criador e roteirista-chefe das séries “3 Teresas” (2013-2014) e “Vizinhos” (2015). No teatro, destacou-se junto ao público e a crítica, ganhando alguns dos principais prêmios do país com montagens como “Um Bonde Chamado Desejo”, “Gota D’Água a Seco” e “Música para cortar os pulsos”. Na seara musical, criou e dirigiu o projeto virtual Música de Bolso, com mais de 360 vídeos de artistas como Vanessa da Mata, Zélia Duncan, Arnaldo Antunes e Marcelo Camelo, e trabalhou com direção de videoclipes, shows (5 a Seco) e DVDs (Gal Costa – A Pele do Futuro).

Biônica Filmes

A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Produziu PSI, série da HBO indicada ao Emmy em 2015 na categoria Melhor Série Dramática; e os longas Os Homens São De Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou! (2014), visto por mais de 1,8 milhão de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de melhor comédia; Reza a Lenda (2016), uma das cinco maiores bilheterias de 2016; e a comédia TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva (2017), com Tatá Werneck.

A Biônica é coprodutora do documentário Divinas Divas, de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Público – Global no festival SXSW /South by Southwest; e de La Vingança, de Fernando Fraiha, coprodução Brasil – Argentina, vencedora do prêmio de diretor estreante no Brooklin Film Festival (EUA).

Em 2018, a Biônica lançou a comédia Uma Quase Dupla, estrelada por Tatá Werneck e Cauã Reymond, vista por 600 mil pessoas no cinema; e produziu Turma da Mônica - Laços, de Daniel Rezende, o primeiro live action baseado nas histórias da Turma da Mônica, que levou 2 milhões de espectadores aos cinemas. Em 2019, produziu Meu Álbum de Amores, de Rafael Gomes, uma comédia romântica musical com trilha original de Odair José e Arnaldo Antunes; e A Viagem de Pedro, de Laís Bodanzky, coprodução Brasil-Portugal, estrelada por Cauã Reymond, com estreia em festivais em 2021.

Outros projetos em andamento são o longa-metragem com produção internacional Brasil-Argentina “Bem Vinda Violeta”, com direção de Fernando Fraiha, baseada no livro “Cordilheira” de Daniel Galera; um documentário sobre a maior estrela do rock brasileira Rita Lee; e o filme “Pedágio”, da premiada diretora Carolina Markowicz, em filmagem no momento.

Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.


Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.


Fonte: Assessoria de Imprensa 

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