Brincadeiras, estudo e troca entre amigos. É disso que o Movimento Desconecta fala em sua nova animação: O que mais se perde quando o primeiro celular chega cedo demais na vida de uma criança? A partir dessa pergunta, o Movimento Desconecta apresenta uma peça de 30 segundos, com uma narrativa leve e afetiva, que convida famílias brasileiras a repensar o melhor momento da entrada do celular na vida das crianças e a proteger o tempo da infância, período de brincar, conviver e descobrir o mundo fora das telas.
A campanha circula nas redes sociais e integra a programação de trailers em salas de cinema das principais capitais brasileiras, ampliando o convite à conversa entre famílias. “Levar a campanha para o cinema amplia o alcance de uma discussão que cresceu significativamente nos últimos anos”, afirma Fernanda Machado, cofundadora do Movimento.
Até pouco tempo, dar um celular cedo para os filhos parecia um passo inevitável. Hoje, cada vez mais famílias identificam outro caminho possível e o Movimento Desconecta trabalha para que essa escolha não seja solitária: quando os pais combinam entre si de adiar o primeiro celular, nenhuma criança fica de fora por ser a única sem o aparelho.
"Quando todos esperam juntos, ninguém fica de fora" é a mensagem que fecha o filme, seguida da assinatura da campanha: "Juntos, podemos adiar."
O Movimento Desconecta reúne famílias em torno de um acordo coletivo, assinado online, para adiar a entrega do primeiro smartphone até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16. A iniciativa incentiva a formação de grupos de apoio entre famílias para que essa decisão seja compartilhada.
Mais informações: movimentodesconecta.com.br.
Créditos do filme
Produtora: Ultravioleta
Direção: Felipe Valério
Criação e roteiro: Zé Luís
Diretor executivo: Carlos Guedes (Cebola)
COO Grupo Papaki: Claudio Cinelli
Fonte/Imagem-divulgação: Assessoria de Imprensa

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